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Sexta do pânico

 

Estamos no vértice de um evento que será lembrado nas próximas décadas, como a crise de 2008. Essa semana foi um espanto. De dias longos, de surpresas instantâneas, de quedas dramáticas nas bolsas. “Se não for o fim do mundo, melhora”, disse ontem Armínio Fraga.

Para nós brasileiros que vivemos tantas crises, há um consolo: elas sempre terminam um dia. Esta ainda tem muito chão pela frente.

Esta crise não se parece com nenhuma outra, disse ontem Luiz Carlos Mendonça de Barros. Portanto, não serve para nada o mundo já ter a experiência de 1929.

— Todo o ganho de conhecimento não serve para nada, porque o mundo mudou radicalmente desde a última grande crise.

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