Enquanto o Brasil dormia, Bolsas da Ásia afundavam

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Os mercados do Ocidente acordam sob o impacto de um tsunami econômico vindo do Oriente.

 

Todas as Bolsas de “Valores” da Ásia abriram seus balcões de negócios no subsolo. Amargavam fortes quedas.

 

A Bolsa de Tóquio, a mais musculosa da região, chegou a despencar 11,3%. Perto do meio-dia, no relógio local, operava num vermelho com cara de roxo: 10%.

 

Fechou com perdas de 9,62%. Um infortúnio dessas proporções é coisa que não se via na capital japonesa desde 1987.

 

As demais Bolsas asiáticas também arregalavam os olhinhos puxadinhos:

 

Hong Kong: A Bolsa abriu em queda de 7,7%;

 

Seul: Mergulho de 7,5% no início dos trabalhos;

 

Cingapura: Perdas superiores a 7%;

 

Xangai: Abriu as transações com 3,79% de perdas.

 

 

Antes de ser eletrocutado pela crise planetária, o mercado de compra e venda de ações trabalhava sob a inspiração de dois postulados básicos:

 

 

1. Compre sempre na baixa;

 

2. Venda sempre na alta.

 

 

A convulsão financeira adicionou uma nova máxima no manual dos operadores de Bolsa: Jamais abaixe para pegar o sabonete.

 

Vai abaixo um gráfico que dá uma idéia do risco a que estão submetidos os mercadores e os investidores do mercado acionário.

 

Fonte: Josias de Souza

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