Quadro de medalhas/Brasil

Comentários desativados em Quadro de medalhas/Brasil
Compartilhar

quadro de medalhas

Em dia dos erros, Brasil vê ginastas chorarem e saírem sem medalhas

“Errar é humano”, “a prova é decidida em um detalhe”, “uma falha pode custar quatro anos de trabalho”. Estas frases se tornaram um verdadeiro mantra no esporte de alto nível e são faladas constantemente pelos atletas antes de grandes competições como Mundiais ou Olimpíadas.

E neste domingo elas viraram a grande marca do nono dia dos Jogos de Pequim. Em frações de segundo, favoritos se transformaram em decepções e verteram lágrimas pelas sedes do evento.
Os ginastas brasileiros Diego Hypólito, Jade Barbosa e Daiane dos Santos dificilmente esquecerão o que viveram na China.


De forma frustrante, os três grandes nomes da ginástica nacional vacilaram no momento decisivo e a modalidade viu o sonho de subir ao pódio olímpico pela primeira vez se transformar em um pesadelo que durará até 2012, no caso dos dois primeiros, ou então para a vida toda, situação vivida por Daiane, que prometeu encerrar a carreira após as Olimpíadas.

Diego foi o primeiro a tropeçar. Após uma série destacada, ele se desequilibrou na última das cinco acrobacias que executou, tentou o apoio com a perna esquerda, mas não conseguiu e caiu no solo, apoiando a mão esquerda para se levantar novamente e deixar cabisbaixo o local. “Eu não acredito que eu perdi. Eu não acredito”, desabafou o paulista, enquanto aguardava a divulgação da nota 15,200 pontos, que deixou-o em sexto lugar.

Frustrante para quem chegou a Pequim como favorito ao ouro, respaldado pelos dois títulos mundiais, mais três etapas da Copa do Mundo e duas finais da Super Copa do Mundo.

Os comentários estão fechados.