Semana histórica
Enfim, entramos na semana dos Jogos Olímpicos de Pequim. Estamos vivendo um momento de grande expectativa com relação à Olimpíada. O mundo está de olhos voltados para a China. No caso dos brasileiros, alguns se adaptaram a Macau, Cingapura e Vietnã, para evitar maiores complicações na preparação. As chances de medalhas são pequenas e, por isso mesmo, ninguém deve se iludir. Todos querem as mesmas medalhas.
Os chineses jogam em casa querendo todas e os americanos querem mais da metade. Será uma briga curiosa. Em Atenas-2004, conquistamos dez medalhas, sendo cinco de ouro, duas de prata e três de bronze. O Brasil tem que se contentar com um número parecido com o da última Olimpíada. Agora, esperar nunca é demais. Estaremos na expectativa e, sempre, confiantes nos atletas brasileiros.
As mulheres, por exemplo, ainda não conquistaram medalhas no atletismo. Seria uma boa hora para Maureen Maggi e Fabiana Murer que, por outro lado, enfrentarão rivais duríssimas e muito experientes.
Ainda temos muito a caminhar em todas as modalidades e Pequim poderá servir como grande experiência para os atletas do Brasil. Alguns vão brilhar, outros retornarão sem a tão esperada medalha. Coisas do esporte.
Tradição
Muita gente se impressionou com a ordem do desfile na cerimônia de abertura, que não seguirá o alfabeto do nosso idioma, e sim o mandarim. Por isso, seremos o 39º país a entrar no Estádio Olímpico, o Ninho de Pássaro.
A Grécia, por tradição, abrirá o desfile dos países, e os chineses, anfitriões, encerrarão os festejos.
Fonte: Tribuna da Imprensa/Orlando Duarte
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