Leia abaixo o comentário de Lúcia Hippolito
A volta do mercado persa
E segue a novela da recriação da CPMF. O governo, que alega não ter nada a ver com o assunto, enviou o projeto à Câmara para ser votado rapidinho, sob a forma de lei complementar. Isto significa apenas um turno de votação em cada casa, com quórum qualificado de maioria absoluta, 50% mais um: 257 deputados e 41 senadores.
Mas não há meios de se votar o tal projeto. Entrou na pauta na semana passada, mas os governistas decidiram adiar, porque não tinham a menor certeza de que conseguiriam o quórum mínimo. Isto, numa base aliada que conta com 380 deputados. Não se conseguiu mais do que 275 votos certos (apenas 18 a mais do que o mínimo, margem considerada muito insegura).
E por que isto está acontecendo?
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