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PELEGAGEM

Novos personagens, velhos vícios

O corporativismo sindical não é novidade no Brasil. Nem é exclusividade dos trabalhadores. Muito longe disso. A base institucional de poder sobre a qual se ergue a representação setorial do empresariado é a mesma. Para não falar no poder de fogo próprio que os empresários têm para fazer valer seus interesses, maior do que o dos trabalhadores, por razões óbvias.

Sergio Fausto, cientista político

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