CORRUPÇÃO
Metade da ALERJ responde por crimes
A Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro se reuniu na sexta-feira extraordinariamente e aprovou projeto de resolução libertando colega Álvaro Lins (PMDB) – ex-chefe da Polícia Civil, preso em flagrante por lavagem de dinheiro pela Polícia Federal na quinta-feira, durante a Operação Segurança Pública S.A.
Lins é acusado também de formação de quadrilha e homicídio acusação que pesa sobre os deputados cariocas que mandaram soltar Álvaro Lins. A ALERJ tem quase metade dos seus integrantes eleitos em 2006 denunciados agora por diversas acusações – estelionato e improbidade. Dos 70 deputados, 33 estão na mira do Ministério Público Estadual, do Tribunal de Justiça, do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que quer barrar candidaturas de políticos com antecedentes criminais, considerando que recentemente 14 deputados foram acusados de envolvimento na contratação de fantasmas para desviar benefícios; um passou a ser processado por suposto envolvimento com uma milícia; outro foi denunciado por homicídio; e mais um chegou a ser preso por lavagem de dinheiro.
Wilson Tosta, jornalista (Agência Estado)
Comentários Recentes