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Leia o comentário de Ricardo Noblat

Da apurada arte de se distorcer um fato

Quer um notável exemplo do que é torcer um fato, torcê-lo para valer até que ele fique parecendo outro?

Luiz Sérgio (PT-RJ) é deputado federal e relator da CPI do Cartão Corporativo.
Perguntaram-lhe, hoje, se a CPI deveria convocar para depor o secretário de Controle Interno da Casa Civil da presidência da República, José Aparecido Nunes Pires, que remeteu cópia do dossiê sobre despesas sigilosas do governo Fernando Henrique Cardoso para seu amigo Eduardo Fernandes da Silva, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

A princípio, Luiz Sérgio admitiu que José Aparecido poderia ser convocado, sim. Em seguida emendou:
– Um dado a meu ver mais importante é saber se esse assessor do senador (assessor de Álvaro Dias), se ele publicou o material que recebeu na íntegra ou se manipulou esses dados, porque se manipulou foi ele que fez entre aspas o dossiê.

Que tal?

O que se pode pensar que um cidadão desses pensa de nós? Que somos um bando de idiotas?

Para ler na íntegra clique aqui

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