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DESONESTIDADE

Continua válida a opinião de Pelé sobre cartolas

Exatos dez anos depois da criação da Lei Pelé, o futebol brasileiro ainda engatinha na profissionalização dos clubes. Graças ao governo, com a criação da Timemania, algumas equipes poderão amenizar suas dívidas. O ex-ministro de Esporte Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, costuma dizer que os clubes têm problemas de administração por causa da falta de honestidade dos dirigentes.

O cenário nacional está muito longe do futebol europeu, cheio de craques, brilho e, principalmente, dinheiro. Nos últimos quatros anos, considerando transmissões de TV, venda de jogadores, patrocínios e bilheteria, entre outras receitas, o mercado futebolístico movimentou R$ 3,5 bilhões – algo como R$ 875 milhões por ano. É menos do que ganha sozinho numa temporada o espanhol Real Madrid, que fatura R$ 944 milhões.

Há algumas explicações para o abismo entre Brasil e Europa. Lá as principais equipes seguem um planejamento estratégico de longo prazo, com ênfase nas ações de marketing. No Brasil, esse trabalho ainda é incipiente, mas equipes como São Paulo, Atlético Mineiro e Grêmio já avançam no processo de profissionalização.

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