Arquivo do mês: novembro 2011
Chamadas de 1ª página_8.nov.11
O GLOBO – Comissão de ética e PDT fragilizam ministro Lupi
FOLHA DE SP – Agnelo, governador do DF, recebeu depósito de lobista
ESTADÃO – Lupi perde apoio dentro de seu partido após denúncias
CORREIO BRAZILIENSE – Investigações colocam Lupi na bola sete
VALOR ECONÔMICO – PDT pode acionar Lupi no Supremo
ESTADO DE MINAS – PDT deixa Lupi na frigideira
JORNAL DO COMMERCIO – Lupi na mira do PDT e da Comissão de Ética
ZERO HORA – Comissão de Ética processará Lupi
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Charlie Parker – Summertime
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TCU identifica 500 contratos sem fiscalização no Trabalho
Para auditores, situação no ministério é crítica. Lupi diz que não joga toalha
Um relatório aprovado pelo plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) em 19 de outubro diz que “a situação é crítica” no Ministério do Trabalho: mais de 500 relatórios de prestação de contas apresentados por ONGs e outras entidades que receberam verbas públicas estão engavetados no ministério, sem fiscalização. Metade deles corre o risco de completar cinco anos no fundo dos armários. “Reiteradas auditorias apontaram irregularidades. Esta Corte não pode ser tolerante com a situação”, critica o ministro Weder de Oliveira, do TCU. A falta de fiscalização facilita o trabalho dos fraudadores. Como o Globo revelou ontem, só em Sergipe a Policia Federal abriu 20 inquéritos para apurar desvios de verbas cometidos por ONGs. O ministro Carlos Lupi negou envolvimento com as irregularidades e disse que vai lutar para não ter o mesmo destino de outros cinco ministros exonerados após denúncias de irregularidades. “Vou nesta luta até o fim. Morro, mas não jogo a toalha”, disse. Mas até parlamentares do PDT cobram investigações. (O Globo)
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Chamadas de 1ª página
O GLOBO – TCU identifica 500 contratos sem fiscalização no Trabalho
FOLHA DE SP – Governo diz ter alertado Lupi sobre denúncias
ESTADÃO – Após denúncias, oposição quer Lupi fora de ministério
CORREIO BRAZILIENSE – Morte de cinegrafista põe o Brasil na linha de tiro
VALOR ECONÔMICO – TCU mira convênios do Ministério do Trabalho
ESTADO DE MINAS – Além da miséria, o crack
JORNAL DO COMMERCIO – Repórter é morto em conflito no Rio
ZERO HORA – Crack invadiu 90% dos municípios gaúchos
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Fraude em convênios com ONGs se repete no Trabalho
Delegado da PF diz que ‘donos de organizações tiveram aula de como fraudar União’
Centro de acusações que derrubaram dois ministros – Pedro Novais, do Turismo, e Orlando Silva, do Esporte – as fraudes em convênios com ONGs se estendem pelo Ministério do Trabalho, controlado pelo PDT do ministro Carlos Lupi. Em Sergipe, a Polícia federal abriu 20 inquéritos para apurar desvios protagonizados por ONGs que receberam 11,2 milhões em convênios. A Controladoria-Geral da União aponta indícios de desvios em convênios com 26 entidades em vários estados. O delegado da PF Nilton Ribeiro Santos diz que o esquema segue o modelo: “Parece que os donos de ONGs fajutas tiveram aula de como fraudar a União”. Lupi disse que não recebeu informação da PF sobre a investigação e negou ter renovado convênios suspeitos. (O Globo)
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Chamadas de 1ª página_6.nov.11
O GLOBO – Fraude em convênios com ONGs se repete no Trabalho
FOLHA DE SP – PanAmericano disfarçou doações para Lula em 2006
ESTADÃO – Ministério do Esporte investe R$ 753 mil em pista sem uso
CORREIO BRAZILIENSE – O laranjal carregado do Inep
ESTADO DE MINAS – Laranjas teriam ganho licitação do Enem
JORNAL DO COMMERCIO – ‘Ficha Limpa será o desafio de 2012’
ZERO HORA – Suposto esquema de extorsão no Trabalho
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Frank Sinatra – Embraceable You
http://youtu.be/bXnjMe6l2k8
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Artigo
É injustiça (ou ignorância) chamar o PT de “esquerda”
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Como nunca é demais revermos os capítulos da História, reencontrei a referência de que os termos “direita” e “esquerda” surgiram na esteira da Revolução Francesa de 1789, apenas por causa da distribuição dos assentos na Assembléia Nacional pós-revolucionária.
Os conservadores – na maioria girondinos – sentavam-se à direita da mesa diretora, enquanto os liberais – sob a hegemonia dos jacobinos – mantinham-se à esquerda.
Há uma anedota sobre o surgimento dessas designações: Como não existia partidos organizados, o presidente do plenário designava as duas tendências referindo-se a elas como “Vocês aí da direita, façam silêncio”, ou “Vamos ouvir o pessoal da esquerda”…
Essas designações foram auto-assumidas pelos dois blocos, nos debates de rua e na imprensa, definindo cada vez mais o conceito ideológico das facções, chamando os da direita de moderados e os da esquerda, extremistas.
Ambos os grupos eram revolucionários; os direitistas propunham abolir os privilégios da nobreza, defendiam a igualdade dos cidadãos e a divisão republicana do poder; os esquerdistas, por sua vez, juntavam a essas reivindicações o fim da imunidade do clero e sugeriam um poder centralizador.
Ainda como piada aprendemos que nasceu naquele período a expressão “baixo clero”, usada atualmente para os anônimos do Congresso Nacional. Na Assembléia francesa, os padres seculares que compunham a “esquerda” eram assim qualificados.
Outra revolução, a Revolução Russa de 1917, com os seus desdobramentos antropofágicos na luta pelo poder, chegou à degenerescência do stalinismo, que monopolizou o termo “esquerda” no movimento comunista. Daí em diante, a 3ª Internacional estigmatizou todas as demais expressões políticas de esquerda, taxando-as de “direitistas”.
Foi assim que o Anarquismo, o Cooperativismo, a Social Democracia, o Socialismo, o Trabalhismo e o Liberalismo Planificador, alternativas tradicionais “de esquerda”, passaram a figurar no espectro criado pelos stalinistas como “de centro” ou mesmo “de direita”.
Para demonstrar historicamente que houve um embaralhamento terminológico proposital (marqueteiro, como se diria hoje), no século passado os fascistas italianos, os nazistas alemães e o populismo totalitário da Espanha, Portugal e România, se consideravam na origem “de esquerda”…
No mundo atual – com as monarquias restantes e as ditaduras terceiro mundistas à parte – nada há de mais direitista do que os regimes populistas. Não temos melhor exemplo do que o lulo-petismo no Brasil, os governos “sindicalistas” da Argentina, Bolívia e Equador, e o golpe militar chavista na Venezuela.
De Cuba, nem se fala. Basta lembrar que a Ilha é a mais antiga ditadura do mundo, para se ver que lá nada tem a ver com a “esquerda”, cuja característica principal é a defesa da Democracia, com ampla garantia de direitos individuais e a intransigente defesa do meio-ambiente.
Mais do que os chamados “direitos humanos” que participam mais de discursos demagógicos do que recebem garantias governamentais, os direitos individuais resguardam a cidadania de qualquer tipo de opressão. Quanto à defesa do meio-ambiente, temos na sua efetivação a projeção internacionalista de vanguarda, tratando-se da defesa do Planeta.
Registre-se também que os regimes populistas, como o do Brasil, manteem o poder sob a hegemonia de um só partido, com repetidas tentativas totalitárias de submeter a opinião pública sob o controle da imprensa e o disciplinamento dos agentes da Cinema, Internet, Jornalismo escrito, radiofônico e televisivo, Teatro… E até publicidade!
A jornalista Dora Kramer tem uma frase magistral definindo a situação do País, lembrando que: “Somente as ditaduras e regimes populistas tratam a imprensa como inimiga”. Ora, como podem ser “de esquerda” os inimigos da liberdade de expressão?
Tenho evitado, por diversas razões, discutir nos 140 caracteres do Twitter a injustiça (ou ignorância) de classificar o PT e o seu governo como “de esquerda”. Eis-me, portanto, fazendo-o na livre manifestação do meu Blog.
Crack já é problema de saúde pública para 64% das cidades
Consumo de drogas afeta seriamente a segurança em 58% dos municípios
O consumo desenfreado de crack e outras drogas já se tornou uma calamidade para a maioria das cidades brasileiras e vem sobrecarregando os sistemas municipais de saúde pública, como revela pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O levantamento ouviu 4.400 das 5.563 prefeituras do país. Entre as que responderam ao questionário, 63,7% disseram que a circulação de crack e outras drogas tornou-se grave problema para seus sistemas de saúde, enquanto 58,5% informaram que vivem problemas sérios de segurança por causa do crack, e 44,6%, que a rede de assistência social também sofre com essa epidemia. “A situação é muito aguda, grave”, resumiu o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. (O Globo)
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