Arquivo do mês: junho 2011

Gluck – Melody

Jian Wang começou a estudar violoncelo com o seu pai aos quatro anos de idade. Ainda aluno do Conservatório de Xangai, foi apresentado no documentário «De Mao a Mozart: Isaac Stern na China». O grande encorajamento e apoio que recebeu de Isaac Stern possibilitou ao jovem violoncelista ir estudar para os Estados Unidos da América. Em 1985 ingressou na Escola de Música de Yale, frequentando um programa especial onde trabalhou com o famoso violoncelista Aldo Parisot.

Na presente temporada, os compromisso de Jian Wang incluem actuações com a Camerata Salzburg, a Orquestra Gulbenkian e uma digressão em Espanha com a Orquestra de Câmara Sueca. No Extremo Oriente, apresenta-se com a Filarmónica de Hong-Kong, a Sinfónica Nacional de Taiwan e a Sinfónica Nacional de Singapura. Na temporada 2006-07, apresentou-se no «Maggio Musicale» de Florença, com o maestro Gustavo Dudamel, com a London Sinfonia e Richard Hickox, e realizou uma extensa digressão no Extremo Oriente com a Sinfónica da BBC e o seu director musical Jiri Belohlavek.

 

Dilma nega imobilismo e diz que escolha de Gleisi foi sua

Presidente tenta mostrar comando, não cita Lula e afirma que foi ela quem definiu a substituta de Palocci

Após três semanas de desgaste, a presidente Dilma Rousseff aproveitou a despedida de Antonio Palocci – ministro da cota do ex-presidente Lula e suspeito de enriquecimento ilícito – para tentar mostrar que ela é chefe de seu governo. Em solenidade no Planalto, Dilma fez questão de dizer que escolheu sozinha a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para substituir Palocci na Casa Civil e que não ficará “imobilizada”. Ela se disse “triste” pela saída de um “parceiro de luta”, mas afirmou estar “satisfeita” com a solução que encontrou para “assegurar a continuidade do trabalho” no ministério. Ao contrário de quase todos os seus outros pronunciamentos, ela não citou Lula.

Presidente enfrenta PT

Dilma exige que petistas parem de brigar antes de trocar o ministro Luiz Sérgio.

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Decisão do Supremo mantém Battisti no Brasil

O Supremo Tribunal Federal não aceitou a reclamação da Itália contra a decisão do então presidente Lula de manter o ex-ativista de esquerda Cesare Battisti no País, mesmo depois de o STF ter autorizado a extradição. Para a maioria dos ministros (6 votos a 3), essa é uma questão de política internacional na qual o STF não deve se intrometer. “É um ato essencialmente político, restrito, portanto, à atuação do Executivo”, argumentou o ministro Marco Aurélio Mello. Os magistrados ainda decidiriam ontem se mandariam libertar Battisti, que está preso no Brasil desde março de 2007 a pedido da Itália – cuja Justiça o condenou à prisão perpétua por quatro homicídios. Segundo o advogado de Battisti, o pleito italiano é “apenas uma vingança”. (Estadão)

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Rio: PMs se unem a bombeiros para pressionar por reajuste

Reivindicação é elevar piso salarial para R$ 2.900, para as duas categorias

Após reunião com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Sérgio Simões, associações de cabos, soldados e oficiais da PM decidiram apoiar o movimento dos bombeiros, criando uma Frente Unificada das Entidades de Classe da Segurança Pública, com apoio também do Sindicato dos Policiais Civis. A reivindicação, agora de todos, é elevar o piso de R$ 1.190 para R$ 2.900 – R$ 900 acima do reivindicado inicialmente pelos bombeiros. Antes mesmo de oficializada a adesão dos PMs, mais de cem policiais participaram de uma carreata com bombeiros em Cabo Frio. De Campos, reduto eleitoral do ex-governador e deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), bombeiros partiram em caravanas para a invasão do QG na sexta-feira. Ontem, em seu blog, Garotinho acusou o governador Sérgio Cabral de “iniciar o processo de destruição do Corpo de Bombeiros”.

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Primeiras páginas_9.jun.11

O GLOBO – PMs se unem a bombeiros para pressionar por reajuste

FOLHA DE SÃO PAULO – STF decide e italiano Cesare Battisti é solto

O ESTADO DE SÃO PAULO – Decisão do Supremo mantém Battisti no Brasil

CORREIO BRAZILIENSE – Economia ajuda Dilma a espantar a crise

VALOR ECONÔMICO – Gleisi era a escolha de Dilma para Casa Civil antes de Palocci

ESTADO DE MINAS – Palocci sai e senadora Gleisi assume Casa Civil

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Senadora substitui Palocci

ZERO HORA – STF solta Battisti e desagrada à Itália

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Artigo

Só pela curiosidade, eu quero a CPI do Palocci

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

Morro de curiosidade para saber como é que Antonio Palocci fechou uma consultoria que lhe rendeu R$ 20 milhões em quatro anos (R$ 10 milhões só em 2010), para ocupar um cargo de ministro recebendo mais ou menos R$ 30 mil… É por esse desejo de desvendar o segredo que quero a CPI do ex-ministro.

Entra no rol do meu interesse em saber dos mistérios “paloccianos” por que ele foi lpara a Casa Civil, onde tem um sapo seco enterrado. Como se sabe desde que as tropas de ocupação do PT entraram no Palácio do Planalto, a resenha da Casa Civil é especial pela passagem de quatro ministros, sendo que três saíram suspeitos de corrupção.

José Dirceu, Erenice Guerra e agora Palocci caíram sem choro nem vela, e a quarta, é a presidente Dilma, eleita para a Chefia da Nação sem saber como.

A minha pretensão de que o Congresso convoque uma CPI fica circunscrita à campanha da Rede Social e alguns jornalistas de renome, porque o PT-governo, seu principal aliado, o PMDB e os partidos satélites de segunda classe querem apagar as denúncias e cessar qualquer investigação sobre o milagre da multiplicação do patrimônio de Palocci.

A própria oposição (infelizmente seus principais líderes) pensa como os governistas, Aécio, Serra e os governadores das Minas Gerais e de São Paulo inexplicavelmente enfiaram a viola no saco.

Dilma, por sua vez, vem desmentindo tanto que seja refém do fisiologismo, que segundo um princípio do bom jornalismo garante que é, ou está para ser. Ela ainda não se refez da acachapante derrota na votação do Código Florestal e perdeu muito de sua credibilidade quando na crise pediu arreglo a Lula.

Insisto que ao meu modo de ver, Palocci afastando-se do PT-governo não quer dizer que foi anisttiado e as suspeitas invalidadas. Pelo contrário, despindo-se da excelência governamental, torna-se um cidadão comum, sujeito a diligência policial e aos trâmites judiciais.

A CPI consiste numa investigação congressual, legislativa. Em razão das lideranças partidárias oposicionistas não tenham se manifestado pelo inquérito e afastamento de Palocci,  é fundamental que a sindicância seja processada pela oposição parlamentar, com os deputados e senadores que assumiram disposição para a apuração das suspeitas assumam a inquirição.

É bom invocar a investigação em curso no âmbito do Ministério Público para averiguar se Palocci, no seu enriquecimento galopante, tenha cometido ilegalidades no exercício de funções político administrativas. Atividade que se mantém apesar da demissão do Ministro.

Resta saber se o ato de sair do governo exclúi a convocação aprovada numa das comissões da Câmara dos Deputados, o que seria uma medida supretiva da investigação e mais uma vitória da impunidade que tanto revolta os brasileiros.

Depois de 22 dias de enrolação e cinismo a estratégia do lulo-petismo de deletar o caso Palocci não deu certo, e mesmo com a restauração da autoridade da Casa Civil com a nomeação da senadora Gleisi Hoffmann nada vale diante da opinião pública, suprapartidária, ampla e focada no desejo de apurar a duvidosa acumulação de riqueza do Ministro demitido..

A presença da ministra Hoffmann, no meu pensar, enfraquece o governo Dilma, já abalado por outros motivos, sendo que os principais deles são a troca de um paulista com livre trânsito no empesariado por uma paranaense estreante no trato parlamentar e sem circulação no empresariado.

O marketing trabalha no sentido de enfatizar que a escolha  da senadora Gleisi Hoffmann foi uma decisão independente de Dilma. Pouco importa swe a opção pessoal da Presidente foi politicamente boa ou má, porque o que se espera dela é justiça na apuração de malfeitos dos seus auxiliares “doa a quem doer” conforme discursou na posse.

Será triste constatarmos que a Chefia da Nação acoite seus partidários em detrimento da cidadania.

 

 

Corelli – Concerto Grosso, Opus 6 No. 8

http://youtu.be/zwj_0n9hOe0

Arcangelo Corelli (1653 – 1713). Instrumentista italiano nascido na cidade italiana de Fusignano, perto de Milão, que na época pertencia aos estados pontifícios, que passou à história da música por dignificar o violino como instrumento orquestral e por dar forma definitiva à sonata e ao concerto grosso, forma musical que se caracteriza pela oposição entre um grupo de solistas e o conjunto orquestral.

De família aristocrática, começou os estudos musicais em Bolonha e continuou-os em Roma, onde conquistou reputação como violinista e compositor. Seguiu (1653) pela França e pela Alemanha como virtuoso de violino e voltou a Itália (1682), e foi para Roma, onde trabalhou para o cardeal Pamphili. Passou (1690) a frequentar os círculos sociais que se formaram em torno do cardeal Pietro Ottoboni, sobrinho do papa Alexandre VIII, compondo sonatas de igreja e de câmara, trios para violino e concertos.

Acumulou uma bela fortuna, uma colecção de arte, e uma fama insuperável por toda a Europa, principalmente devido aos seus Concerti Grossi, uma selecção feita pelo próprio antes da sua morte, dos seus melhores concertos, os quais mandou publicar em Amesterdão. Compôs mais de 100 obras desse tipo, que lhe trouxeram o sucesso na Europa e que chegaram até os dias de hoje, para testemunho de sua bela produção artística. Ao cair doente (1710), recolheu-se a uma vida solitária e morreu em Roma, três anos depois.

Suas criações de maior sucesso foram as doze sonatas para violino e baixo contínuo, opus 5, dedicadas a Sofia Carlota de Brandenburgo, e os doze Concerti Grossi, opus 6.

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Palocci cai e enfraquece Dilma com apenas 5 meses de governo

Crise fortalece PMDB do vice Michel Temer; Palácio procura articulador político

Na maior crise do governo Dilma, Antonio Palocci foi demitido da Casa Civil repetindo a própria história: de homem mais poderoso do governo, tornou-se o pivô de um escândalo que culminou com sua saída, sob suspeição, do cargo. A segunda queda de Palocci, cinco anos após perder o Ministério da Fazenda no governo Lula, enfraqueceu a presidente Dilma, antes mesmo de completar um semestre no cargo. Palocci acreditava que poderia ficar depois que a Procuradoria Geral da República arquivou os pedidos de investigação por suspeita de enriquecimento ilícito e tráfico de influência. O ex-presidente Lula sugeriu que Dilma esperasse mais, porém ela decidiu demitir Palocci diante do desgaste político provocado pelo caso. Para o lugar dele, convidou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), pedindo que ela assuma o papel de gestora dos projetos do governo. Sem Palocci para negociar com o Congresso, resta a Dilma agora o problema da Articulação Política. O ministro Luiz Sérgio também deve sair. Na crise, o PMDB se fortaleceu. (O Globo)

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Primeiras páginas_8.jun.11

O GLOBO – Palocci cai e enfraquece Dilma com apenas 5 meses de governo

FOLHA DE SÃO PAULO – Crise derruba Palocci; Dilma põe senadora novata na Casa Civil

O ESTADO DE SÃO PAULO – Escândalo derruba Palocci e senadora assume Casa Civil

CORREIO BRAZILIENSE – Palocci cai e Dilma põe senadora na Casa Civil

VALOR ECONÔMICO – Dilma demite Palocci e nomeia Gleisi

ESTADO DE MINAS – Palocci sai e senadora Gleisi assume Casa Civil

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Senadora substitui Palocci

ZERO HORA – Queda de Palocci muda perfil do governo Dilma

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Rimsky-Korsakov – Capriccio espagnol, Op.34

http://youtu.be/THN6NzZ6ABw

Nikolai Andreyevich Rimsky-Korsakov (1844 — 1908) foi um militar, professor, e compositor russo. Um mestre em orquestração. A sua mais conhecida composição orquestral Capriccio Espagnol, e a suíte sinfônica Scheherazade são considerados básicos do repertório de música clássica.

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