Arquivo do mês: abril 2011

Artigo

Contribuição para estudo da realidade sindical

MIRANDA SA,  e-mail mirandasa@uol.com.br

 Apesar da estrondosa campanha discriminatória contra o governo João Goulart, que motivou o golpe militar de 1º de abril e os anos de ditadura, a História registra que o Presidente nunca se afastou dos princípios constitucionais e recusou-se a implantar – como queria a pelegagem – uma “República Sindicalista”.

O jornalista Raul Riff relata os fatos de então com clareza e neutralidade, apesar da sua amizade com Jango. Riff descreve a dura resistência presidencial, mantendo afastadas as cúpulas sindicais sem base, como se viu depois.

Deve haver – ainda vivos – muitos militares dos que participaram do movimento contra Jango arrependidos por terem acreditado na propaganda mentirosa inspirada pelo

Departamento de Estado norte-americano e a sua “guerra fria” particular.

Hoje a gente vê a razão do medo da “República Sindicalista”. Seríamos aliciados também se soubéssemos o que seria na realidade o domínio dos pelegos.

O Brasil tem mais de 10 mil sindicatos, dos quais quase 50% registrados na Era Lula, numa média estimada de um por dia. É um festival de irresponsabilidade, uma farra caríssima, feita em nome de uma fictícia “liberdade sindical”.

Liberdade, uma ova! – A multiplicação das representações corporativas nada tem a ver com o espírito do sindicalismo. São pequenas, médias e grandes empresas comerciais financiadas por um dia de salário de cada trabalhador que rende R$ 2 bilhões por ano.

É um fantástico rendimento a fundo perdido, sem prestação de contas, a que se somam ainda as verbas distribuídas demagogicamente pelos governos federal, estadual e municipal.

Os dirigentes sindicais atualmente são burocratas vivendo uma atividade próspera sem se preocupar em conceder benefícios para os sindicalizados, reservando para si fortunas, graças ao Imposto Sindical.

O PT-governo, por pura demagogia, aceita e incentiva o desmembramento de sindicatos com o Ministério do Trabalho realizando uma “política de resultados”, invenção de um dos seus mentores, o pelego Paulinho da Força. Essa motivação político-eleitoral é responsável pela quebra da unicidade sindical, fruto de muitas lutas dos trabalhadores.

Com isso se assiste a reprodução orgânica das associações trabalhistas. Esse loteamento das representações corporativas nada teem de motivação política ou ideológica. Sua única finalidade é arrecadar dinheiro para engordar os pelegos.

A greve dos 80 mil nas usinas do Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, desmente a invencionice governista do paraíso “dos trabalhadores”. É um novo despertar do operariado nas obras do PAC, gerado no ventre da demagogia que fez da presidente Dilma a “Mãe do PAC”.

Mãe displicente, ou ingrata, que permite ocorrências escravocratas de péssimas condições de trabalho, arrocho salarial e enfrentamento de capatazia policialesca. Antes do Jirau só fazia greve funcionário público.

Os sindicatos dos servidores eram os únicos que realmente se mobilizavam nas chamadas datas-base, aproveitando a oportunidade para pleitear reestruturações de carreiras e aumento de adicionais dos seus proventos. Sabiam de antemão que, no mínimo, ganhariam dias de férias do rotineiro e enfadonho trabalho burocrático.

No caso dos servidores há o problema da falta da complementação legislativa, o que sobra nos milhares de portarias do Ministério do Trabalho para categorias virtuais de “aposentados”, “trabalhadores do sexo”, “mexedores de panelas”, “meninos de recado” e “soldadores de coisa alguma”.  

Esses sindicatos artificiais, investimento seguro das centrais sindicais, nada contribuem para a evolução dos trabalhadores, ao contrário, representam uma aberração que se deve à ganância das centrais que embolsam 10% do bolo das contribuições sindicais, calculados pelo número de afiliados.

Nada disso é fiscalizado pelo Ministério Público e o Tribunal de Contas da União, deixando no passado a seriedade do sindicalismo puro, independente e voltado para os interesses classistas. É o que alguém chamou de “banditismo sindical”.

Opiniões

Perda de competitividade

A produção de bens no Brasil (agricultura e indústria) rachou em dois pedaços, e ambos procuram o exterior. (Mendonça De Barros)

O eixo do terninho

O que Dilma e Hillary têm em comum é a desmontagem do estereótipo misógino da mulher emocional e pouco analítica. (Lúcia Guimarães)

O atraso das obras para a Copa de 2014

As críticas ao atraso nos preparativos são fundamentadas. (Estadão)

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MST inicia invasões para atingir governo – O MST deu início ao “Abril Vermelho” com invasões em três fazendas da Bahia no fim de semana. O movimento de sem-terra queixa-se da falta de diálogo com o governo Dilma e ameaça aumentar pressão com a invasão de 100 propriedades ainda em abril. O Incra diz que diante do corte no Orçamento este ano, os programas de reforma agrária estão sendo reavaliados.

Inflação já ‘engordou’ em R$ 7 bi o caixa do governo – O aumento da inflação reforçou o caixa do governo e garantiu arrecadação extra de R$ 7 bilhões no primeiro bimestre. O acréscimo decorreu da difusão do efeito preço no recolhimento de todos os impostos e contribuições, mas com resultados mais evidentes no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), PIS e Cofins.

Licença para obra de Angra 3 reduz exigências ambientais – Uma alteração – ainda inexplicável – tirou do texto final da licença para a construção de Angra 3 a obrigação de a Eletronuclear assumir a manutenção do Parque Nacional da Serra da Bocaina e da Estação Ecológica de Tamoios. As duas exigências, que constavam da primeira licença (de 2008), eram uma compensação ambiental pelos riscos que a usina representa para a região. Pelo texto original, a Eletronuclear teria de repassar ao Instituto Chico Mendes, que administra os parques, R$ 13 milhões em cinco anos, mas nada aconteceu e a cláusula foi suprimida.

Bancada sindical do Congresso é a maior da história – A bancada trabalhista na atual legislatura é a maior da história: 87 parlamentares ou 15% do Congresso. São 80 deputados e 7 senadores ligados a sindicatos. Com esse quadro, a presidente Dilma Rousseff precisará negociar com o setor mais do que fizeram seus antecessores.

Salários do Rio ultrapassam os de SP – Bolsa Família, salário mínimo e investimento em infraestrutura fazem rendimento subir mais rápido em outras capitais O rendimento dos trabalhadores na região metropolitana do Rio de Janeiro superou o de São Paulo, informa Mariana Schreiber. Em fevereiro, o salário médio no Rio foi de R$1.682, contra R$1.637 em SP. Os rendimentos em São Paulo vem perdendo vantagem também em relação a outras regiões metropolitanas, segundo o IBGE.

Filho de Kadafi manobra para liderar transição – Após duas semanas de bombardeio da coalizão internacional, o filho mais ocidentalizado do ditador líbio Muamar Kadafi, Seif, está propondo liderar a transição à democracia, diz o “New York Times”.

Candidato tem assessoria de petistas no Peru – Líder da corrida eleitoral peruana, o nacionalista Ollanta Humala “tem como consultores Luís Favre e Valdemir Garreta, que trabalharam no PT.

PIB mostra aceleração no primeiro trimestre – Com mercado de trabalho aquecido, forte demanda interna e recuperação da indústria, a economia brasileira mostrou vigor nos três primeiros meses do ano. Apesar dos esforços do governo para conter a inflação. O ritmo dos negócios manteve-se intenso. Economistas ouvidos pelo Estadão em sete dos maiores bancos e consultorias do País projetam alta de 0,7% a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2011 em relação ao quarto trimestre de 2010, descontados efeitos sazonais. O que mostra aceleração ou, no mínimo, manutenção do crescimento.

Apreensão de remédio ilegal cresce 20 vezes – O governo está fechando cerco aos remédios ilegais no país. Em 2010, foram apreendidas 400 toneladas de medicamentos falsificados, contrabandeados e adulterados. Em 2008, foram 20 toneladas. Os anabolizantes estão entre os mais vendidos.

Presidente do Iêmen admite deixar o poder – O presidente iemenita, Ali Abdallah Saleh, declarou que está disposto a negociar uma “transferência política do poder” e pediu à oposição o fim dos protestos. Duas pessoas morreram e 100 ficaram feridas ontem durante confronto entre manifestantes e policiais.

ONU denuncia massacre na Costa do Marfim – A ONU acusou ontem soldados dos dois presidentes em luta pelo poder na Costa do Marfim pelo massacre de centenas de civis na cidade de Duekoue. A organização católica Cáritas fala em até mil mortes. O presidente eleito Alassane Ouattara nega a acusação.

Ataque suicida mata ao menos 40 no Paquistão – Explosão em mesquita no Paquistão, reivindicada por talebans, matou ao menos 40 pessoas e feriu 65. O alvo eram devotos do sufismo -forma de misticismo islâmico. No Afeganistão, mais três morreram em protesto por queima do Alcorão nos Estados Unidos.

O negócio do visto – No entorno do Consulado dos EUA em SP, despachantes lucram com a desinformação. Ajuda para preencher formulário de visto custa R$ 50.

Sem papo para telefone – A popularização dos torpedos por celular e das mensagens instantâneas pela internet levou não só adolescentes, como também muitos adultos, a desenvolverem uma aversão aos telefones. Os gastos dos consumidores com ligações estão caindo.

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Primeiras páginas_4.abr.11

FOLHA DE SÃO PAULO – Caso Bolsonaro reabre discussão sobre imunidade

O GLOBO – MST inicia invasões para atingir governo

O ESTADO DE SÃO PAULO – PIB mostra aceleração no primeiro trimestre

CORREIO BRAZILIENSE – PF conclui inquérito do mensalão

VALOR ECONÔMICO – Inflação já ‘engordou’ em R$ 7 bi o caixa do governo

ESTADO DE MINAS – Pensão vitalícia voltará à pauta

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Destroços de Airbus achados um ano após acidente

ZERO HORA – Precariedade no SUS: Morte de bebê de 6,8 kg acende alerta

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João Carlos Martins

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Saiba aqui tudo sobre João Carlos Martins

 

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100 dias: Dilma descumpre promessas – Eleita na onda da popularidade de Lula, a presidente Dilma Rousseff chegará aos cem dias de governo com o desafio de resolver dois problemas da herança de seu antecessor: inflação em alta e gastos excessivos. Para isso, já descumpriu promessas de campanha, como a de não privatizar e não fazer ajuste fiscal – em fevereiro, anunciou corte de R$ 50 bi no Orçamento.

Gasto público no trimestre contraria o discurso – Encerrado o primeiro trimestre do mandato de Dilma Rousseff, o retrato das contas públicas contraria seu discurso na campanha. Gastos com investimentos caíram. As despesas com salários, custeio da – máquina pública e da rotina do governo subiram. Com pessoal e custeio, o governo gastou R$ 10 bilhões a mais no primeiro trimestre em comparação ao mesmo período de 2010. Incluindo gastos com juros, a soma chega a R$ 13,2 bilhões. Já em investimentos, a redução foi de pouco mais de R$ 300 milhões.

Duplicação da BR-101 tem suspeita de fraude – A Polícia Federal e o TCU investigam a duplicação da rodovia BR-101. Pelo menos três lotes da obra têm indícios de fraude, pagamento de propina ou má execução.O projeto do PAC se arrasta desde 2005 e deve custar R$ 2,5 bilhões. Os seus 398 km cortam os Estados do RN, da PB e de PE.

Aécio assume papel de líder da oposição – Aécio Neves afirmou, durante encontro de governadores tucanos em BH, que é hora do PSDB agir com firmeza e mostrar ao país as “contradições” do governo Dilma. O principal alvo é a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, com status de ministério. “Essa notícia de que a presidente criará um ministério para acomodar um dirigente partidário que não foi eleito é um escárnio para com a população brasileira”, atacou.

Brasileiro envelhece com muitos desafios – Em quatro décadas, 30% da população terá mais de 60 anos. Mas a tão sonhada longevidade não elimina o preconceito, o abandono e a violência contra idosos no país.

Os sem audiência – Seis dos 37 ministros de Dilma ainda não tiveram audiência individual com a presidente. Quatro são do PMDB. Pedro Novais (Turismo), Garibaldi Alves Filho (Previdência) e Moreira Franco (Assuntos Estratégicos).

Política externa mudou, diz Garcia – O assessor para assuntos internacionais do Planalto, Marco Aurélio Garcia, admitiu que o governo Dilma mudou a política externa. Segundo ele, diferentemente do presidente Lula, Dilma tem uma percepção do mundo voltada aos direitos humanos: “Ela enfatiza questões ligadas a seu passado de presa política”.

Bastidores: Como Agnelli foi derrubado – Os desentendimentos de Roger Agnelli com o Planalto foram significativos, mas o que selou sua queda da presidência da Vale foram os interesses empresariais do Bradesco no governo, em associação com o Banco do Brasil. Depois que essa aliança foi fechada, líderes petistas passaram a chamar Agnelli de “tucano”, e o executivo entrou em rota de colisão.

Inflação em alta assusta o mundo – População vai às ruas de Portugal protestar contra a crise; a inflação voltou ao radar das autoridades econômicas em todo o mundo, mesmo nos países ricos, onde há poucos meses o grande fantasma econômico era o da deflação. O petróleo é um dos vilões.

Lula cria empresa, a LILS Palestras – O ex-presidente Lula abriu a LILS Palestras, Eventos e Publicações Ltda. Seu sócio é Paulo Okamotto – que, em 2006, admitiu ter pago dívida de Lula com o PT. O capital da empresa é de R$ 100 mil, menos que o preço da palestra de Lula.

O teorema de Atnágoras – Com 39 anos, Atnágoras Lopes saiu dos canteiros da construção civil do Pará para ser uma terceira via no sindicalismo, aproveitando-se do comprometimento da CUT com o governo. Filiado ao PSTU, lidera a Conlutas e defende a independência das centrais.

China quer investir na produção de soja do país – A China, maior importador mundial de soja, está promovendo uma ofensiva em várias frentes e vários Estados no Brasil visando aumentar a presença na cadeia produtiva da cultura do país. A estratégia será concretizada por meio de acordos de exportação com os agricultores, investimentos em indústrias e compra de terras.

 

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Primeiras páginas_3.abr.11

FOLHA DE SÃO PAULO – Duplicação da BR-101 tem suspeita de fraude

O GLOBO – Dilma descumpre promessas mas distende o clima e ganha apoios

O ESTADO DE SÃO PAULO – Gasto público no trimestre contraria discurso de Dilma

CORREIO BRAZILIENSE – Retrato de um País que não sabe envelhecer

ESTADO DE MINAS – Aécio assume o papel de líder da oposição

JORNAL DO COMMERCIO (PE) – Relatório confirma que houve mensalão

ZERO HORA – Relatório da PF revela esquema do mensalão

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Coisas do Brasil – A morte do cisne por John Lennon da Silva

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Artigo

Lições que não devem ser esquecidas

MIRANDA SÁ, e-mail: mirandasa@uol.com.br

Coube ao general Olímpio Mourão Filho deflagrar o movimento militar que derrubou o presidente João Goulart e implantou uma ditadura que se estendeu por 15 anos neste País. O general Mourão além de destemido era muito respeitado pelos seus contemporâneos de Escola Militar, mas tão modesto que se intitulou, numa entrevista como “Vaca Fardada”.

É dele um aforismo brilhante: “Ponha-se na Presidência um medíocre, louco ou semi-analfabeto e em 24 horas depois uma horda de bajuladores estará à sua volta”.

Isso se assenta confortavelmente na notícia de que “Dilma Rousseff igualou o recorde de popularidade de Lula em um terceiro mês de mandato”, como noticia da Folha de São Paulo ao divulgar as pesquisas do Datafolha.

É certo – e repetido à exaustão pelos espertos – que as pesquisas refletem um determinado momento, tem prazo de validade. No enfoque, porém, temos duas constatações marcadas como uma tatuagem:

Uma delas é que Dilma, como um imã, atraiu e ainda está atraindo toda massa de puxa-sacos do seu partido e da chamada base aliada, todos sedentos de atenção; seduz e fascina a classe política, ávida de usufruir as benesses do poder; e ocupa a mídia cotidianamente, projetando-se na massa popular.

O segundo sinal se baseia no ritualismo da antiga nobreza, que transmitiu uma sentença política que até hoje persiste: “Rei morto, rei posto”, o que materializa o fim da Era Lula, confinando o ex-presidente ao seu devido lugar.

Levando-se em conta que Dilma segura a caneta que nomeia milhares de cargos e funções sem concurso, rebaixa, transfere e promove agentes públicos, distribui sinecuras, concessões e vantagens no setor público e na iniciativa privada, fica translúcido de que a sua popularidade vai aumentar ainda mais.

Serão os pleitos municipais do ano que entra o grande teste para assistirmos a conquista final do poder pela criatura e os derradeiros espasmos do criador. O momento eleitoral vai sacudir a estrutura republicana com a eleição de 5.500 prefeitos e quase 100.000 vereadores.

É claro que o PT, partido do poder, vai querer consolidar bases municipais. Para quem irá apelar, para Lula ou para Dilma? Evidentemente que será para quem exerce efetivamente o poder.

Por outro lado, os congressistas que apóiam o governo na Câmara e no Senado se engajarão nas campanhas de seus estados, para garantir os atuais ou futuros cabos-eleitorais. Para isso, dependem de nomeações e aprovação de emendas orçamentárias, frutos do governo federal.

Esta verificação das forças eleitorais é um fato. Infelizmente, é um acontecimento que determina o império da politicagem, afastando a administração pública, federal, estadual e municipal, das suas reais funções.

No tempo de Lula, os seus áulicos e ministros, largavam tudo para eleger os favoritos, abandonavam os programas e projetos, desviavam recursos, enfim, faziam toda bandalheira para ganhar eleições.

Vamos ver se com Dilma será assim. Será que as reformas estruturais irão para o segundo plano, que os planos de erradicação da miséria ficarão engavetados e as mudanças no sistema previdenciário serão adiadas?

Vamos esperar para ver como é que fica. Só o tempo dirá.

Opiniões

Confisco sobre o minério

O maior risco do imposto sobre exportações é o de que seja estendido a todas as matérias-primas brasileiras e se desestimule investimentos (Celso Ming)

O balanço da Justiça

Apesar dos mutirões e investimentos, o Judiciário mostrou em 2010 as deficiências de sempre. (Estadão)

O marqueteiro de Bolsonaro

Impressiona a quantidade de gente que lamenta só agora ter conhecido um político corajoso pra dizer o que pensa parte do eleitorado. (Tutty Vasques)