Arquivo do mês: janeiro 2009

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Publicado em por Miranda Sá | Comentários desativados em Manchetes de hoje_26.jan.09

Poesia

É o êxtase langoroso

 

É o êxtase langoroso

É a fadiga amorosa

São todos os arrepios do bosque

Entre os abraços das brisas.

E para o lado das inquietas ramagens

Há um coro de pequenas vozes.

 

Oh fresco e frágil murmúrio

Tudo chilreia e assusta

Assemelha-se ao doce grito

a aspirar da agitação da erva…

Dirias, sob um redemoinho d’água

Um surdo rolar de seixos.

 

A alma a lamentar-se

Nessa queixa dormente

É a nossa, não é?

É a minha, dize, é a tua,

d’onde se exala a humilde antífona,

Tão baixinho, nesta noite morna?

 

Paul Verlaine

 

O Poeta

 

Poeta francês. Simbolista, seu lirismo musical abriu novos caminhos para a poesia na França. O lirismo musical e evanescente de Verlaine exerceu influência decisiva no desenvolvimento do simbolismo e abriu novos caminhos para a poesia francesa.

 

Com Mallarmé e Baudelaire, Verlaine compõe o grupo dos chamados poetas decadentes.

 

 

 

 

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Horowitz e Schubert

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Wladimir Horowitz (Kiev, 1 de outubro de 1903 – 5 de novembro de 1989) foi um pianista clássico virtuose. É considerado como um dos mais brilhantes pianista de todos os tempos, devido à sua excepcional técnica aliada às suas performaces contagiantes.

 

Destaca-se pelo seu toucher sem igual, pelo controle dinâmico excepcional e pela sua mecânica única.

Aqui, interpreta Impromptu de Schubert

Lambança na Câmara dos Deputados

Chinaglia foi o grande derrotado

O deputado Arlindo Chinaglia assumiu a presidência da Câmara depois de dois traumas: as presidências de João Paulo Cunha (PT-SP), um dos 39 réus no escândalo do mensalão, e de Severino Cavalcanti, obrigado a renunciar por receber “mensalinho” de um concessionário da Câmara.

Depois disso, o mandato-tampão de Aldo Rebelo não foi suficiente para restaurar a dignidade da Câmara dos Deputados.

 

Com Arlindo Chinaglia, parecia que as coisas iam entrar nos eixos. E o deputado chegou cheio de energia – como chegam quase todos os presidentes. Ameaçou cortar o ponto de deputados faltosos, fez esforços para limpar a pauta da Câmara, reclamou do excesso de medidas provisórias – mesmo pertencendo ao partido do presidente da República.

 

Mas aí… Chinaglia se deixou capturar por demandas sindicais de funcionários, relutou em obedecer à determinação do Supremo Tribunal Federal para substituir um deputado que perdera o mandato por trocar de partido, foi leniente com propostas de aumento de salário para deputados – e voltou atrás, depois de violenta reação da opinião pública, deixou correr a escandalosa aprovação de mais de oito mil novas vagas de vereador.

 

E agora, no apagar das luzes de seu mandato, vem esta história estranhíssima, de um novo plano de saúde para os 3.500 servidores concursados – e 12 mil funcionários comissionados.

 

Sem licitação, sem discussão, sem a aprovação dos concursados. Tudo resolvido às pressas, com o presidente do Sindilegis, Magno Mello, e um lobista de empresas de planos de saúde. Beleza!

 

Ninguém discutiu a excelência do novo plano de saúde nem o fato que, talvez, fosse melhor que o anterior. O que se discutiu foi a forma como foi feita a troca, coisa que levantou sérias suspeitas.

 

Depois de fortíssima reação externa (opinião pública, ouvintes, eleitores, contribuições, leitores) e interna (membros da Mesa da Câmara, deputados e servidores concursados), finalmente hoje a Mesa da Câmara voltou atrás em relação à extensão do plano de saúde aos funcionários comissionados. Foi tudo cancelado.

 

Antes assim.

 

Mas para a biografia do deputado Arlindo Chinaglia, o estrago está feito. Teve seu mandato, justo no final, manchado por um episódio eivado de irregularidades.

 

Fonte: Lúcia Hippolito

 

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