Arquivo do mês: agosto 2008
MANCHETES do dia_12.ago.08
O GLOBO – Tortura: Tarso dá meia-volta
FOLHA DE SÃO PAULO – Promotoria não vê erro em carona para filho de Lula
VALOR ECONÔMICO – Garibaldi critica proposta de reforma política
ESTADO DE MINAS – Lula encerra polêmica sobre torturadores
ZERO HORA – Lula enquadra ministros por crise com militares
JORNAL DO COMMERCIO (PE) – CGU fiscaliza recursos do PAC
CORREIO BRAZILIENSE – Anvisa alerta sobre risco da superbactéria
A TARDE – 72% ainda não têm candidato a vereador
GAZETA MERCANTIL – Aeronáutica prende dirigente sindical
JORNAL DO BRASIL – Testemunha de pressões no caso VarigLog
ESTADO DE SÃO PAULO – A mando de Lula, Tarso nega idéia de revisão
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O GLOBO – Tortura: Tarso dá meia-volta
FOLHA DE SÃO PAULO – Promotoria não vê erro em carona para filho de Lula
VALOR ECONÔMICO – Garibaldi critica proposta de reforma política
ESTADO DE MINAS – Lula encerra polêmica sobre torturadores
ZERO HORA – Lula enquadra ministros por crise com militares
JORNAL DO COMMERCIO (PE) – CGU fiscaliza recursos do PAC
CORREIO BRAZILIENSE – Anvisa alerta sobre risco da superbactéria
A TARDE – 72% ainda não têm candidato a vereador
GAZETA MERCANTIL – Aeronáutica prende dirigente sindical
JORNAL DO BRASIL – Testemunha de pressões no caso VarigLog
ESTADO DE SÃO PAULO – A mando de Lula, Tarso nega idéia de revisão
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História – há 08 anos…
12/08/2000 – Submarino russo afundou com 118 marinheiros
O submarino Kursk, de 13.900 toneladas, afundou com 118 marinheiros a bordo e ficou retido a 108 metros no fundo do mar depois violentas explosões ou um forte impacto em um objeto de grande tonelagem conforme versão oficial russa.
Com base em análise sismográficas, um instituto norueguês afirmou que na manhã do dia 12 de agosto, ocorreram duas violentas explosões com intervalo de dois minutos, a mais forte delas com um impacto de 3,4 graus na escala Richter.
O submarino nuclear navegava a cerca de 20 metros de profundidade pelo mar de Barents (norte da Rússia), no interior do Círculo Ártico, executando exercícios de rotina.
Devido ao acidente a embarcação foi obrigada a desligar o reator nuclear, responsável pela propulsão do submarino. Uma dramática corrida contra o tempo, com várias tentativas de trazer à tona os tripulantes foram fracassadas, principalmente pelas condições climáticas – tempestades com ventos de 70 km/h, ondas de até quatro metros e corrente fortes.
A posição em que o submarino se encontrava, a 108 m de profundidade com uma inclinação de cerca 160 graus também dificultou a acoplagem do dispositivo. As autoridades russas concordaram em aceitar a ajuda oferecida por governos estrangeiros, a qual havia sido recusada anteriormente. Um mini-submarino LR5, da Marinha britânica, adequado para missões de resgate desse tipo foi levado da Escócia para a base norueguesa.
Noruega colocou mergulhadores e outro mini-submarino à disposição da equipe de salvamento. A esperança de salvar os 118 marinheiros presos no fundo do mar diminuía a cada dia. Jornais russos e ocidentais acusaram as autoridades de negligenciar suas obrigações enquanto vidas humanas estavam em perigo.
A falta de informações claras sobre o acidente causaram todo o tipo de versões e supostos vazamentos de notícias. As principais críticas às autoridades russas foi devido a demora na aceitação de ajuda estrangeira. A tragédia não se restringiu aos 118 marinheiros mortos. Ela mostrou que a possibilidade de acidentes com embarcações nucleares é real.
O drama da tripulação do submarino comoveu a Rússia, cuja população não desgrudou da TV e do rádio em busca de informações.
Fonte: CPDOC/JB
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Frase_1/12
“É normal haver monitoramento em um gabinete do Supremo?”
Deputado tucano Gustavo Fruet (PR) antecipando uma pergunta ao diretor da Abin, Paulo Lacerda, na CPI dos Grampos
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Poesia
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a fortuna sobejaram,
Que pera mim bastava amor somente.
Tudo passei; mas tenho tão presente
A grande dor das cousas que passaram,
Que as magoadas iras me ensinaram
A não querer já nunca ser contente.
Errei todo o discurso de meus anos;
Dei causa [a] que a Fortuna castigasse
As minhas mal fundadas esperanças.
De amor não vi senão breves enganos.
Oh! quem tanto pudesse, que fartasse
Este meu duro Génio de vinganças!
Luís de Camões
O Poeta
A vida de Camões está envolta em lendas. Não se tem certeza de todos os dados, sendo muitos deles baseados em suposições. Nascido por volta de 1524 de uma família da pequena nobreza, Luís Vaz de Camões recebeu uma educação esmerada, tendo provavelmente cursado Artes em Coimbra.
Quando jovem, freqüentou círculos aristocráticos e a boêmia literária de Lisboa. Entretanto, optou pela carreira das armas e combateu no Marrocos, onde perdeu um olho em combate. Em 1550 alistou-se para a Índia, mas não chegou a embarcar. Em 1552, envolveu-se numa briga em que feriu um funcionário do Paço, Gonçalo Borges.
Como conseqüência, foi preso. Passados alguns meses, recebeu o indulto através de uma carta régia de perdão, datada de 7 de março de 1552. Embarcou a seguir para a Índia, no dia 24 de março, integrando a armada de Fernão Álvares Cabral.
No Oriente, viveu um período acidentado. Esteve em Goa, no Golfo Pérsico, em Ternate, e em Macau, onde obteve o cargo de provedor de defuntos e ausentes. Em 1567, depois de anos no Oriente e premido por dificuldades econômicas, aceitou a oferta de um emprego em Moçambique, feita por um amigo que lhe pagou as passagens.
Dois anos depois, retornou a Lisboa. Trazendo os manuscritos de “Os Lusíadas”, procurou um editor para a obra. Em 1572 a obra foi editada. Luís de Camões conseguiu uma pensão no valor de 15.000 réis, concedida através de alvará de D. Sebastião, o rei de Portugal, a quem a obra é dedicada. A quantia, porém, era muito modesta.
Apesar da fama e do prestígio como poeta, seus últimos anos foram de miséria. Morreu em 1580 e seu enterro foi pago por uma instituição de caridade, a Companhia dos Cortesãos.
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JUCA KFOURI desabafa
Da ‘Folha’ de domingo
Os Jogos da hipocrisia
Não é de hoje que o Movimento Olímpico perdeu seu idealismo. Mas Pequim passa de todos os limites “POR QUE você não foi para Pequim?”, perguntam.
“Porque não quis”, respondo. Mais: estou entrando em férias e só volto aqui no dia 21. (Nota do blog: o “aqui” se refere apenas ao jornal…).
Claro que verei a Olimpíada e até comentarei no blog, mas ando cheio de tanta hipocrisia, a começar pela caça aos que são pegos no antidoping por hábitos que só fazem mal e pioram o rendimento.
Não aceito ver essa cartolagem imunda da família olímpica no papel de fiscal dos hábitos da juventude e, ainda por cima, expondo jovens à execração pública, como acabam de fazer com um jogador do handebol brasileiro.
Como não suporto o ufanismo da maior parte das narrações, com as exceções de praxe para os felizardos que podem assinar um canal de televisão fechada, razão pela qual darei uma fugidinha do país para acompanhar Pequim de uma cidadezinha colonial mexicana apaixonante chamada Guanajuato.
Porque passa do limite ver um Carlos Nuzman fazer quase o elogio da poluição ou se jactar pela maior delegação brasileira da história, quando só 12% de nossa rede escolar tem quadras de esporte. Aliás, quanto mais medalhas o Brasil ganhar, mais ficará demonstrado o desvio de sua não-política esportiva, porque privilegia o alto rendimento em vez da inclusão social ou a saúde pública por meio da prática de esportes.
É claro que verei tudo, é claro que me emocionarei com as vitórias brasileiras, como com a festa de abertura. É evidente que torcerei para que aconteçam triunfos como nunca, porque tenho a surpreendente capacidade (surpreende a mim mesmo, diga-se) de voltar a ser criança a cada competição em seu apito inicial.
E não é de hoje.
Faço assim com os jogos de futebol lá se vão bem uns 26 anos, depois que se revelou a existência da chamada “Máfia da Loteria Esportiva”. Porque paixão é paixão e não se explica, não se racionaliza, se sente.
E se curte.
Sim, eu sei que serei capaz de me comover às lágrimas até com a superação de um atleta que não seja conterrâneo, como já me aconteceu inúmeras vezes.
Mas é preciso que se diga que mais que em Atlanta, quando os Jogos Olímpicos modernos comemoraram cem anos e a Coca-Cola alijou Atenas de recebê-los num crime contra a história, esta edição chinesa é um soco em quem associa o esporte à saúde e à liberdade.
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Desempregado, técnico Renato Gaúcho é oferecido ao Santos
Desempregado após mais um revés do Fluminense no Brasileirão, desta vez frente ao Ipatinga, no domingo, Renato Gaúcho foi oferecido ao Santos por intermédio de pessoas ligadas ao treinador, conforme apurou o UOL Esporte. A oferta agradou a equipe da Vila Belmiro, que ainda não confirma oficialmente o contato.
Renato Gaúcho teve seu nome ligado ao Santos antes mesmo de deixar o Fluminense.
O Santos, entretanto, pretende dar nova chance ao técnico Márcio Fernandes, derrotado em sua reestréia no comando alvinegro frente ao Náutico, 1 a 0, resultado que manteve o clube paulista na zona de rebaixamento do Brasileirão.
Fonte: Uol Esporte
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Frase_1/11
“Não tenho medo da morte. Tenho medo da desonra.”
José Alencar, vice-presidente da República, operado seis vezes por causa de câncer
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