Arquivo do mês: agosto 2008
Informação
Best friends
Após acusar (e recuar em seguida) Daniel Dantas de ter encomendado a tentativa de suborno de um delegado, Hugo Chicaroni conversou e até bebeu café com o banqueiro, ontem, durante depoimentos de testemunhas na Justiça Federal.
Renata Lo Prete, jornalista (painel@uol.com.br)
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Comentário (II)
INSOLÊNCIA
Na pressa de reagir ao corte na farra da contratação de parentes imposto pelo Supremo Tribunal Federal, muita gente no Congresso se esqueceu de pôr a máscara da compostura antes de abrir a boca.Resultado: começou a circular principalmente na Câmara a idéia de um projeto de lei para a instituição de um nepotismo mitigado, mediante o qual havia uma cota reservada à contratação de parentes em cargos de confiança nos três Poderes.Parece brincadeira, fruto de um devaneio qualquer, mas trata-se da insolência – para não falar em descaramento – de sempre.
Dora Kramer, jornalista
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DA SEMANA
Supersimples formaliza 500 mil empresas
Em um ano de Supersimples – que unifica tributos federais, estaduais e municipais -, 500 mil empresas se formalizaram: 1.520 por dia útil. Desde julho de 2007, a arrecadação de micro e pequenas empresas teve alta de 44%.
Fernando Gabeira: “Os sonhos mudam”
Sexto candidato à prefeitura sabatinado pelo JB, Fernando Gabeira (PV) recusa a idéia de que é inexperiente para administrar a cidade, defende bom diálogo com Lula e Sérgio Cabral e afirma que o sonho mudou: para ele, a grande questão carioca não é a legalização da maconha, mas a reformulação da política.
Bravos pracinhas
Documentos secretos revelam as condições precárias em que os soldados brasileiros foram mandados para a 2ª guerra.
“VEJA” denuncia com documentos
O operador Romênio Pereira, secretário nacional do PT, é acusado pelo Ministério Público de estar à frente de um esquema que desviou R$ 700 milhões dos cofres públicos.
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Goya

Men Reading (1819-1823)
O Pintor
Francisco José de Goya y Lucientes (1746,Espanha-1828,França) era filho de José de Goya e de Gracia Lucientes. Começou a estudar pintura em Saragoça, com José Luzán, e mais tarde, em Madri, foi pupilo do pintor Francisco Bayeu, tendo casado com a irmã deste em julho de 1773.
Em 1770, foi para Itália continuar os estudos, regressando no ano seguinte a Saragoça, onde ficou encarregado de pintar afrescos para a Capela Nossa Senhora do Pilar. Em 1775, vivendo em Madri, pintou uma série de cartões para a Real Fábrica de Tapeçarias de Santa Bárbara, sendo dirigido pelo alemão Anton Raphael Mengs, um dos expoentes do Neoclassicismo.
Conseguiu uma bolsa na Real Academia de São Fernando de Madri em 1780, sendo admitido com o quadro “Cristo na Cruz”. Cinco anos depois, tornou-se diretor-adjunto de pintura da Academia e no ano seguinte foi nomeado pintor da corte pelo rei Carlos III, nomeação confirmada por Carlos IV.
Pintou os retratos do Conde de Floridablanca (1783), de Carlos III, de Carlos IV, da rainha Maria Luísa (1789) e de outras personalidades. Em 1787, pintou “O prado de São Isidro” e em 1799, “O Manicômio”.
Em 1792, quando viajava pela Andaluzia, adoeceu gravemente, ficando surdo. Dessa viagem nasceu a amizade com a duquesa de Alba, que retratou, assim como ao seu marido, em 1795. Em 1796 e 1797, Goya visitou, em estadias prolongadas, a duquesa de Alba e começou a produzir a série de gravuras “Os Caprichos”.
Reassumiu seu cargo na corte com Fernando VII, em 1814, e dissolveu as suspeitas de colaboracionismo com o regime de Bonaparte, apresentando os quadros “O Dois de Maio ou a Carga dos Mamelucos” e os “Fuzilamentos da Moncloa”, mostrando a resistência do povo espanhol.
No ano seguinte, a Inquisição o acusou de obscenidade pela suas “Majas” (“Mulher vestida” e “Mulher despida”), mas o pintor conseguiu a “purificação”, sendo-lhe restituído a função de Primeiro Pintor da Câmara.
Com a restauração do absolutismo, Goya partiu para Bordéus, na França, em 1824, onde faleceu quatro anos depois.
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COB faz malabarismo numérico e declara Pequim melhor da história brasileira
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, cumpriu o protocolo neste domingo. Apesar de o Brasil ter conquistado duas medalhas de ouro a menos do que em Atenas-2004 e igualado o número de medalhas de Atlanta-1996, recorde de pódios com 15 conquistas, ele declarou os Jogos de Pequim os melhores da história do esporte brasileiro.
Para ler na íntegra clique aqui
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Com boxe, China é quarto país da história a obter 50 ouros em uma Olimpíada
Além de se consagrar com dois dias de antecedência como a vencedora do quadro de medalhas das Olimpíadas de Pequim, a China tratou de alcançar outros dois feitos neste domingo. O país obteve a sua 50ª medalha de ouro e também o seu 100º pódio.
Ambos vieram no boxe. O triunfo de número 50 veio com Shiming Zou, na categoria até 48 kg, e entrou para um grupo seleto da história olímpica. Posteriormente, o país ainda obteve mais um ouro no boxe, com Xiaoping Zhang, na categoria até 81 kg.
Fonte: Uol Esportes
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“Foi uma longa jornada, mas fizemos a escolha certa. O mundo aprendeu sobre a China, e a China aprendeu sobre o mundo”. A avaliação feita pelo presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, foi o sinal que os chineses precisavam para saber que tiveram a aprovação que tanto desejavam quando foram escolhidos como sede das Olimpíadas de 2008.
Neste domingo, a 26ª edição foi encerrada com as mesmas virtudes que marcaram toda esta trajetória: a opulência, o excesso de efeitos de luz, a mescla entre tecnologia e tradição, e um alto padrão que Londres-2012 terá de atingir em quatro anos principalmente nas cerimônias de abertura e encerramento.
O mesmo êxito obtido nas sedes esportivas, com 51 ouros, 100 medalhas e a liderança no quadro geral, a China tratou de mostrar outra vez no encerramento.
Fonte: Uol Esportes
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Do Correio Braziliense
O verme da corrupção
Dos R$ 1,6 bilhão destinados ao setor, R$ 426,5 milhões desaparecem no submundo da política e da má-gestão
De norte a sul do país, a corrupção, o desperdício e a má-gestão desviam do dinheiro público investido na saúde a cifra milionária de R$ 426,5 milhões. O valor equivale a 25% dos R$ 1,6 bilhão, repassados pelo Ministério da Saúde, nos últimos quatro anos, a 1.341 municípios, dos 5.562 existentes no Brasil. Os dados são oficiais. Estão nos relatórios de fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU).
O Correio e o Estado de Minas fizeram minucioso e inédito levantamento desses dados, montaram um banco de dados que possibilita uma radiografia detalhada do ataque ao erário e percorreram as cinco regiões do país para comprovar as irregularidades.
As informações jogam por terra a idéia de que falta investimento público na área da saúde. Em temporada de discussão sobre fontes de financiamento, se CPMF ou CSS, os números comprovam que o problema está nas administrações municipais, que não se constrangem em investir recursos do Programa de Atenção Básica na promoção de festas, confecção de abadás para carnaval temporão, compra de eletrodomésticos, ou, simplesmente, desviar o dinheiro por meio de inúmeras licitações fraudulentas.
A União, gestora dos recursos, também tem sua parcela de responsabilidade no desperdício, que penaliza especialmente as comunidades mais carentes, em estados pobres ou ricos. Na gastança da cifra bilionária, ela lava as mãos com a ausência de fiscalização e a falta de controle na liberação das verbas.
Uma simples análise nos convênios da Fundação Nacional de Saúde, para saneamento público revela um esquema de corrupção que começa com a aprovação de obras sem projetos, alteração da proposta sem análise da documentação, uso de contas sem fiscalização nos municípios.
Isso reforça que as calorosas discussões pelo Congresso das fontes de financiamentos da saúde passam longe do verdadeiro problema, estampado em documento público produzido pelo próprio governo federal.
Assinante do Correio leia mais em: O verme da corrupção
Fonte: Correio Braziliense/Alana Rizzo, Maria Clara Prates e Thiago Herdy
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