Arquivo do mês: maio 2008

História – há 18 anos…

07/05/1990 – O silêncio da Divina brasileira

Até as deusas podem morrer. A ausência de Elizeth Cardoso silencia uma das mais belas vozes de nossa música popular, um oceano pacífico que por mais de 50 anos encharcou seus fãs de poesia e majestade. Foi única, não por se esforçar numa frenética busca de originalidade, vício de muita cantora atual, mas simplesmente porque imprimia em sua voz de contralto, arranhada de prussianos erres, a mesma fibra do caráter com que encarou a juventude pobre e os amores falidos“. Jornal do Brasil

A cantora Elizeth Cardoso, 69 anos, morreu numa clínica em Botafogo, no Rio, onde estava em tratamento de um câncer de estômago, doença contra a qual lutou nos últimos três anos. Velada no Teatro João Caetano, a portelense e flamenguista pediu que sobre seu caixão repousasse uma bandeira rubro-negra e outra do Cordão do Bola Preta. Assim se fez.

Uma das mais belas vozes da MPB, nasceu no Rio em 1920. Os fãs da boa música devem eterna gratidão a Jacob do Bandolin, que a descobriu 16 anos depois. O sucesso chegou com a gravação de Canção de Amor (1949). Em 54 anos de carreira, a dama que esbanjava classe nos palcos, gravou mais de 60 LPs, imortalizando composições de grandes nomes da MPB, como Ary Barroso, Cartola, Lamartine Babo, Noel Rosa e Paulinho da Viola.

Precursora da invenção da Bossa Nova

Foi em uma de suas fases românticas que Elizeth contribuiu para deflagrar o movimento musical que sairia das salas dos apartamentos da Zona Sul carioca para ganhar o mundo: a Bossa Nova. Misturando sua interpretação com a poesia delirantemente apaixonada de Vinicius de Moraes, as melodias e os arranjos de Tom Jobim, e a batida diferente de João Gilberto, lançou Canção do amor demais.

Estranha a princípio, a combinação insólita se transformou num clássico.
Era o anúncio da chegada de um samba diferente que encantaria com sua harmonia sintetizada na voz e no violão.

Fonte: CPDoc/JB

Veronese

Paolo Veronese

Paolo Veronese (1528- 1588) foi um importante pintor maneirista da Renascença italiana.

Nasceu com o nome de Paolo Cagliari, ou Caliari, tendo incorporado, como usado na Itália de seu tempo, o topônimo que o tornou conhecido – na própria Itália, “Il Veronese”, por haver nascido em Verona. Sua produção e vida artística, porém, desenvolveram-se em Veneza.

Era filho de um certo escultor chamado Gabriele, e já em 1541 torna-se discípulo no ateliê do pintor Antonio Badile (hoje quase desconhecido), cujo estilo conservador seria mantido como uma forte influência sobre o artista que, em 1548 realiza sua primeira obra por encomenda (Pala Bevilacqua-Lazise). Os trabalhos desta fase do artista apresentam uma característica de fortes contrastes, com figuras bastante convencionais. Incorpora ao estilo aprendido o maneirismo, com suas complexas perspectivas e as posturas forçadas dos modelos, como as que se encontram em Michelangelo.

O domínio desta técnica pode ser verificada na maestria com que elaborou “A tentação de Santo Antônio”, feito para a Catedral de Mântua, em 1552 (hoje no Museu de Belas-artes de Caen, na França). Trabalhou em Castelfranco, para a família dos Soranzo (1551), para o Cardeal Ercole Gonzaga, em Mântua (1552), transeferindo-se finalmente para Veneza em 1553, onde havia sido contratado para decorar o “Salão dos Dez” do Palazzo Ducale. Após um breve retorno à terra natal, muda-se definitivamente para Veneza, em 1556.

Decretada a prisão do pai e da madastra de Isabella

O Juiz Maurício Fossen da 2a. Vara Criminal de São Paulo acaba de decretar a prisão preventiva do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella, de cinco anos, jogada do há 39 dias do sexto andar de um prédio em São Paulo no dia 29 de março último.

Eles agora passam a ser réus no processo.

O mandado de prisão está a caminho da 9ª DP na região norte de São Paulo. Dois policias já foram deslocados para a partamento da família Jatobá, onde está o casal, para prendê-los.

A defesa do casal deverá recorrer a um habeas-corpus para tentar revogar a decisão do juiz.

Senador suspeito de sonegar impostos bajula Dilma

Ainda está sob a guarda da senadora Ideli Salvatti (PT-SC) o colar dado de presente pelo senador Wellington Salgado (PMDB-MG) à ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, que há mais de sete horas depõe na Comissão de Serviços e de Infra-Estrutura do Senado sobre o Programa de Aceleração do Crescimento e o Caso do Dossiê com despesas sigilosas do governo FHC.

O mimo é um cordão fino de ouro branco com um pingente na forma do mapa do Brasil incrustrado de brilhantes. Custou R$ 2 mil, segundo Salgado, recentemente denunciado pelo Procurador Geral da República ao Supremo Tribunal Federal. Foi acusado de sonegar impostos.

– A senhora é a mãe do PAC e esse presente é para marcar o próximo Dia das Mâes – bajulou Salgado, se referindo a Dilma.
Foi o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) que advertiu logo de saída:
– Pela lei, autoridade só pode receber presentes no valor máximo de R$ 100,00.

Ainda não se sabe o que Salgado fará com o colar que foi parar nas mãos de Ideli.

Leia mais abaixo em: Ação entre amigos

Assista aqui, pela Globo News

Fonte: Noblat

COMENTÁRIO (III)

Disputa acirrada

Barack Obama venceu a primária democrata na Carolina do Norte.

Isso quer dizer o seguinte:

Nada, rigorosamente nada!

Da mesma forma, Hyllary Clinton venceu em Indiana e isso também não vai decidir coisa nenhuma.

Mais democrático, impossível.

Tutty Vasques, jornalista

Depois de seis anos no poder, Dilma Rousseff ainda reclama da herança maldita de governos anteriores

Clique aqui para ouvir o comentário de Lúcia Hippólito.

Depoimento de Dilma Roussef

Ação entre amigos

Ronaldinho vai morrer jurando que não sexo com travesti e muito menos provou drogas.

Se forem condenados pela morte de Isabella, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão para a cadeia jurando que havia uma terceira pessoa no local do crime.

A ministra Dilma Roussef irá até o fim do seu depoimento em curso no Senado repetindo que não houve dossiê com despesas sigilosas do casal Fernando Henrique Cardoso – enfim, banco de dados.

O que quer a oposição? Que ela admita ter encomendado um dossiê para constranger a CPI encarregada de investigar gastos com cartão corporativo?

Que ela confesse que se produziu na Casa Civil um dossiê à sua revelia?

Era mais do que previsível que Dilma negasse a existência do dossiê e alegar que o vazamento de dados da Casa Civil está sendo investigado pela Polícia Federal. Não arredará pé disso. E pelo jeito carece à oposição qualquer dados que possa acuá-lo.

Na verdade o que a oposição faz é jogo de cena. Ela não está interessada de fato em deixar Dilma mal.

Leia mais abaixo em: Cabeças coroadas no depoimento de Dilma


Ouça “Aqui” com Ana Carolina.

Pergunta sem resposta

Terão direito a carpideiras os senhores deputados beneficiários do “auxílio-caixão” no valor de R$ 16.500,00?

Respostas com S.Excia., deputado Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara dos Deputados, que assinou, sem querer, o importante projeto.

Fonte: Blog do Venerando

Charge do Pater

Fonte: chargeonline.com.br/Pater