Arquivo do mês: maio 2008
Política Industrial
Mais eficientes são políticas gerais do que setoriais
A política industrial do governo não tem as medidas que realmente o país precisa para aumentar sua competitividade de forma permanente.
São medidas tópicas, uma pequena desoneração para exportadores não tem esse efeito de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento que está sendo apresentado.
Existe uma velha discussão entre especialistas em política industrial sobre se é melhor ampliar a competitividade da economia como um todo, ou ajudar setores específicos. O governo tem insistido em medidas setoriais. Claro que alguns setores têm obstáculos específicos, mas removê-los faz parte do cotidiano das políticas públicas.
O que realmente pode dar um empurrão na economia brasileira é a redução de impostos, simplificação tributária, investimento em educação, melhoria da logística. Isso ajudaria a todos os setores e não alguns. Aumentaria a eficiência da economia seja nas empresas mais ou menos voltadas para o mercado externo.
O governo está insistindo num modelo ultrapassado e está prometendo muito mais do que esse conjunto de medidas anunciado hoje pode promover.
Fonte: Míriam Leitão
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Frase_4/12
“Eu escrevo todo dia, por compulsão. Mas agora, aos 70 anos, uma das perguntas que mais me intrigam é o que eu vou fazer quando crescer.”
Otto Lara Resende, jornalista e escritor (1922-1992)
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Gente distraída
O ministro da Justiça, Tarso Genro, esse que faz vista grossa para as depredações do MST, sugeriu que a montagem/vazamento do dossiê FHC foi um “descuido”.
Claro que foi. Como se sabe, o PT do ministro Genro acabou com o caixa dois e inventou o “dinheiro não-contabilizado”.
Depois das trampolinagens de Vavá, o Grande Irmão, tráfico de influência passou a se chamar “ingenuidade”.
A ajuda aos empresários “desenvolvimentistas”, velhos amigos do Delfim e novos amigos do Lula, acaba de ser anunciada como “política industrial”.
Tarso Genro não dá ponto sem nó. Disse que descuido não é coisa que mereça investigação da Polícia Federal. Ou seja: afastem de mim esse cálice e esse Código Penal. Nada que um puxão de orelhas não resolva.
São precedentes muito interessantes. Como se sabe, a julgar pelas punições até agora, Delúbio, Valério e companhia não passaram de uns descuidados.
A Era Lula e seus eufemismos distraídos ainda vão provar, definitivamente, que não existe pecado do lado de baixo do Equador.
Fonte: Guilherme Fiúza
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OPINIÃO
Por dentro de tudo
A preocupação do governo com o “vazador” José Aparecido Nunes Pires não se restringe às revelações que o funcionário possa vir a fazer, se contrariado, sobre a cadeia de comando que resultou no dossiê de gastos de Fernando Henrique e Ruth Cardoso.Como se o dossiê não fosse encrenca suficiente, existe o fato de que a Secretaria de Controle Interno da Casa Civil, ocupada desde o início do governo Lula por José Aparecido, é, na prática, a CGU do Palácio do Planalto e de todas as secretarias especiais a ele subordinadas. Ou seja: sabe de tudo o que diz respeito a despesas. Inclusive as do gabinete presidencial.
Renata Lo Prete, jornalista (painel@uol.com.br)
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Comentário (II)
Vazou, mas quem mandou?
Passou o fim de semana e a pergunta não foi respondida: quem vazou o dossiê sobre os gastos do governo Fernando Henrique com cartões corporativos foi o secretário de Controle Interno da Casa Civil, mas quem mandou? Nessa estranha lógica que comanda a ilegalidade em todo o País, deve-se buscar para baixo e não para cima. Terá sido o contínuo que serve cafezinho no quarto andar do Palácio do Planalto? Algum motorista de alguma autoridade desconhecida?
Não temos poupado aqui, há tempos, o ex-ministro José Dirceu, por todas as lambanças que fez. Mas é piada centralizar o noticiário no fato de que José Aparecido Nunes Pires foi nomeado para a função pelo ex-chefe da Casa Civil. Há quantos anos ele deixou o cargo? Quem foi responsável pela manutenção do indigitado funcionário? A quem ele respondia, em especial quando se decidiu organizar o tal banco de dados a respeito dos gastos do governo anterior?
Carlos Chagas, jornalista
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INFORMAÇÃO
O “grau de investimento” favorece especuladores
Fizeram um estardalhaço com a concessão (?) do “grau de investimento” ao Brasil. Os especuladores e jogadores serão os maiores vencedores. Esse “grau” foi anunciado na quinta à tarde, na sexta, a Bovespa negociou 11 BILHÕES, mais da metade do movimento diário. Este, nos dias de euforia chega a 5 ou 6 bilhões, foi para 11 bilhões.
Hélio Fernandes, jornalista
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FRASE DA VEZ_3/12
“A administração da Amazônia vem sendo tratada de forma caótica e lamentável”.
General Augusto Heleno, comandante do Exército na Amazônia
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ARTIGO
A Amazônia é nossa
Os índios são antes de tudo brasileiros que podem entrar e sair de qualquer Estado da federação, mas nem todo brasileiro pode entrar em terras indígenas, com risco de vida em alguns casos se o fizer. Existem muitas etnias (tribos) indígenas na reserva Raposa Serra do Sol e isso pode gerar conflitos e disputas por maiores extensão de terras.
Como era o caso dos Cintas Largas que comercializavam diamantes com estrangeiros e multinacionais, tinham Picapes, parabólicas. Índios aculturados, mas quando cometiam assassinatos contra brasileiros (mineradores ilegais) queriam para benefício próprio a inimputabilidade penal, invocavam a lei civil que os “diferenciava” de outros brasileiros. Unidade na multiplicidade, que hoje querem sabotar.
O Brasil foi formado nas suas raízes étnicas pela raça humana, negros, brancos, alemães, italianos, lusitanos, europeus em geral. Raça humana. A única raça.
Portanto, não se justifica que quase 2.000.000 (dois milhões) de hectares com minerais estratégicos como ouro, diamantes, nióbio e incontáveis riquezas, além de incalculáveis celeiros de patentes fiquem restritos a apenas um grupo étnico de 15.000 (quinze mil índios). O mandatário maior da nação tem como dever ouvir o povo e cumprir a Constituição.
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