Arquivo do mês: setembro 2007

Senado enfim teve uma boa idéia

Abrindo aspas para Míriam Leitão

“A rebelião da base aliada do governo Lula atirou no que viu e acertou no que não viu. Furiosa por não ser atendida em sua ânsia por cargos poderosos como os da diretoria da Petrobras, a base derrubou a MP que viabiliza a Secretaria de Estado de Longo Prazo.
A pergunta que nunca quis calar é: essa secretaria tem razão de ser?

O governo tem um Ministério do Planejamento exatamente para planejar o futuro, tem um Gabinete de Assuntos Institucionais no Palácio do Planalto que faz planejamento estratégico e trabalha com cenários.

Tinha também o Nucleo de Assuntos Estratégicos mas acabou sendo engolido pelo novo ministério. A Secretaria com poderes de ministério é redundante. Foi criado para dar o cargo ao professor Roberto Mangabeira Unger.
Até agora, Mangabeira nao tem nem sala de trabalho. O ministério não tem sede. Ele usa a sala do presidente do Ipea em Brasilia. Suas ações até agora foram permitir nomeação feita por políticos, pela primeira vez na história do Ipea. As nomeações que dependeram dele mesmo foram um desastre. O Ipea andou para trás.
Enfim, pode ter sido só de pirraça, mas até que o PMDB teve uma boa idéia desta vez.”

LOBÃO LANÇA PARTIDO “PEIDEI”

LOBAO SATIRIZA POLITICOS…

MINHA GATA!

Raquel não quer luz

RAQUEL NÃO QUER LUZ…

COMENTÁRIO (II)

“Na intimidade, Lula recita sem qualquer constrangimento: “Nada me atinge, a cada pesquisa meus índices de popularidade crescem de forma irrefutável”. É impossível negar. E como Nelson Rodrigues deixou imortalizada a constatação, “o Maracanã vaia até minuto de silêncio”, Lula festeja até o aumento de 1 por cento do poder aquisitivo da população. Que significa menos do que nada.”

Hélio Fernandes, jornalista e editor da Tribuna da Imprensa

Balcão de negócios

Fonte: Jorge Braga/O Popular

Bancários cruzam os braços nesta sexta-feira

Os bancários de instituições federais e privados de todo o país, inclusive do Rio Grande do Norte, realizam protesto nesta sexta-feira (28) e param suas atividades durante todo o dia de hoje. A manifestação é, segundo a cúpula do movimento, em sinal de protesto às perdas salariais que a categoria vem sofrendo nos últimos anos, apesar do aumento considerável dos lucros dos bancos.

A principal reivindicação dos bancários é um reajuste 29,27% para repor as perdas da categoria desde junho de 1994 até setembro deste ano, em contraponto, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs um reajuste de 4,82%.

De acordo o coordenador do Sindicato dos Bancários do RN, Liceu Carvalho, as propostas oferecidas pela Fenaban não agradaram em nada a categoria.”Após seis rodadas de negociações, eles ofereceram apenas uma proposta e que ficou muito aquém de nossas reivindicações”, disse.

Liceu Carvalho afirma ainda que se não houver um entendimento nesta sexta-feira, ocasião em que haverá uma nova reunião com representantes da Fenaban, uma nova assembléia será realizada na próxima terça-feira (02), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte-RN) para ser discutida a possibilidade de greve por tempo indeterminado a partir da próxima quinta-feira (04).

“Se não conseguirmos nos entender, realizaremos nova assembléia com a categoria e a paralisação será por tempo indeterminado”, avisou o coordenador do Sindicato dos Bancários do RN.

Além do reajuste salarial, os bancários reivindicam a participação nos lucros e resultados (PLR) produzidos no banco no valor de 25%, a isonomia de direitos entre funcionários novos e antigos e a mudança do horário bancário, que atualmente funciona das 10 h às 16 h, para ser realizado das 9 h às 17 h, o que implicaria em novas contratações.

Fonte: Tribuna do Norte/Júnior Santos

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Para começar bem o dia. Tom e Elis em “Águas de março”

Bom dia!

Nosso sagui

Nosso sagüi convive conosco com a maior tranquilidade. Viva a natureza!

FRASE DA VEZ_2/28

“Necessário e caro, PMDB é ‘amante argentina’ de Lula”.

Eliane Cantanhêde, jornalista

Ao Debate (2):

Sai de baixo

Análise de um petista de primeiríssimo escalão sobre como deve agir o partido diante da espetada que levou de Renan Calheiros: o melhor é simular indiferença. Não passar recibo, não apontar o presidente do Senado como autor da manobra, fingir que acredita em tudo o que é dito e, de preferência, sair de baixo dizendo que o problema deve ser resolvido entre o governo e o PMDB. Os senadores que haviam pedido o afastamento de Calheiros, dando margem à reação dele contra interesses do Planalto, ficam presos de um dilema: se recuarem, terão cedido e reconhecido a operação, se recrudescerem, pioram as coisas para o governo. Na opinião do estrelado petista, o presidente do Senado quis mandar ao presidente da República a mensagem de que, enquanto estiver no cargo, é ele o fiador da governabilidade no Parlamento.

Dora Kramer, (dora.kramer@grupoestado.com.br)