Arquivo do mês: setembro 2007
A cidade anoitecendo e amanhecendo…

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Aqui
Para os de bom gosto a linda voz de Ana Carolina!
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CRUELDADE SEM LIMITES…PRA ONDE CAMINHA A HUMANIDADE?
Gato luta pela vida após ser queimado por meninas
Um gato de 3 meses luta pela vida no Hospital Veterinário Sonoma, em Cotati, na Califórnia. Há cerca de um mês, Adam – nome dado pela equipe do hospital – foi vítima da crueldade de duas adolescentes de 15 anos, que jogaram um líquido inflamável e depois atearam fogo no animal.

Eu, como apaixonada por todos os animais e tendo uma predileção pelos gatos, fiquei completamente chocada com esse fato. É triste se deparar com situações que nos fazem cada vez mais perder a esperança no ser humano.
Há punição para esses fatos? E chamar de “meninas” essas bandidinhas deveria ser proibido. Elas nada mais são do que irmãs de sangue do CHUCK!
Fonte: Portal Terra
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Na Paulista á noite – Sampa

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Artigo semanal publicado n’ O JORNAL DE NATAL
Lula: lavando as mãos como Pilatos
MIRANDA SÁ, jornalista (mirandasa@uol.com.br)
Procure na Bíblia e vá direto a Mateus, 26.27, quando Pilatos fez com que lhe trouxessem água e lavou as mãos diante do povo, e disse: “Sou inocente do sangue deste homem. Isto é lá convosco!” Foi aí que nasceu a expressão “lavar as mãos”, que o Aurelão define como “Não tomar a responsabilidade de…” ou “Furtar-se às conseqüências de…”
Dentro do mais puro espírito religioso e conhecimento léxico, Lula da Silva imita Pilatos no julgamento do Mensalão que corre no Supremo Tribunal Federal, entregando os companheiros aos ministros togados; e, cioso da projeção sobre os discípulos da filósofa Marilena Chauí, segue literariamente a definição do imortal Aurélio Buarque de Holanda, já falecido.
Sua Excelência chegou a declarar – entre centenas de afirmações inconseqüentes – que não tinha tempo para acompanhar o julgamento do ano na alta corte de Justiça. Na verdade ele tenta colar uma imagem impassível diante de fatos inconvenientes para sua posição – e fatalmente encontrará muitos idiotas que acreditarão nele e reproduzirão o disfarce astucioso da simulação de alguém que “não sabe de nada o que se passa à sua volta”.
É bom que se diga que Lula é sabido demais. Segue à risca a fórmula encontrada pelo experiente criminalista Márcio Thomaz Bastos, que foi seu ministro da Justiça, para fugir do envolvimento no lamaçal da corrupção ativa e passiva que jorrou dos diques palacianos com as comportas manipuladas pelo seu chefe da Casa Civil, Zé Dirceu. A técnica para escapar das responsabilidades é encarnar um amálgama dos três macaquinhos, um que não vê nada, outro que não ouve nada e mais um que tapa a boca para não dizer besteira.
A movimentação de compra e venda de apoio parlamentar era feito em salas contíguas à ocupada por Lula. Os protagonistas eram companheiros de sua intimidade, mas ele reproduz e procede a defesa estabelecida pelo seu advogado, repetindo à exaustão que não sabia de nada e nunca foi informado a respeito. É mentira, mas repercute com aplausos dos pelegos cooptados por verbas a fundo perdido, dos aparelhados com polpudos cargos comissionados e dos intelectuais “orgânicos” do partido.
A verdade é que Lula nunca quis saber da origem do dinheiro que pagava seu salário como funcionário do partido, suas viagens e campanhas eleitorais. Comenta essa situação factual, em texto enxuto, Lúcia Hipólito, fazendo-o com propriedade e interpretação de historiadora. Escreve Lúcia: “Lula nunca se preocupou com esses detalhes. Afinal, ele achava que tinha uma missão muito mais importante. Num indivíduo, pode-se tolerar tamanho descolamento da realidade. Mas num presidente da República é uma atitude inaceitável”.
Realmente, depois que sentou na cadeira presidencial, Lula estava obrigado a saber quem andava nos corredores do Palácio. E é inegável que viu Delúbio Soares, tesoureiro do partido, circular ao lado de empreiteiros e Silvio Pereira despachando com lideranças aliadas a nomeação de afilhados para cargos públicos. Finalmente, seria impossível desconhecer a atividade frenética de José Dirceu em reuniões intermináveis com centenas de comissões, dirigentes partidários do PT e da base aliada, no afã de avaliar pleitos e distribuir verbas e cargos na administração pública e diretorias de empresas estatais.
No plenário do STF passa uma reprise dos atos e fatos acontecidos no episódio do mensalão. O filme é visto sem censura pela TV- Justiça e informada e comentada nos jornais escritos, falados e televisados. Atores políticos conhecidos e figurantes desfilam na “sofisticada organização criminosa”, que ocupa o Estado e continua loteando o governo e pervertendo o Poder Legislativo. Na tela assiste-se a versão tragicômica de um presidente da República que nunca soube de nada. Esta negligência resoluta é crime. A História julgará.
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FRASE DA VEZ_3/2
“Ministro Lewandowski, no dia em que o Supremo Tribunal decidir seus julgamentos com a corda no pescoço, não será V. Exa. a subir no cadafalso, e sim a Justiça! Todos têm direito ao jus sperneandi, mas, por favor, contenha-se!”
Alberto Augusto de Medeiros (aamedeiros@gmail.com)
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Comentário (II)
Supremo
“Os inocentes e recreativos laptops dos ministros Lewandowisk e Carmen Lucia, fotografados pelo Roberto Stuckert Filho, de “O Globo”, na primeira sessão do julgamento do Mensalão, deixaram o Supremo Tribunal constrangido.
Quinta, a saia justa, de tão apertada, explodiu. O ministro Lewandowisk reincidiu e foi flagrado pela “Folha”, falando alto ao celular, no jardim do restaurante Piantella, em Brasília, e ouvido pela jornalista Vera Magalhães: “A imprensa acuou o Supremo. Todo mundo votou com a faca no pescoço. A tendência era amaciar para o Dirceu. Eu estava tinindo nos cascos”.
Sebastião Nery, jornalista
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PT e saudações
“O PT sempre lidou com a realidade de modo dualista e terminante. Sua história pode ser representada por uma seqüência de discursos “nós x eles”: esclarecidos x alienados, éticos x corruptos e, agora, pobres x ricos. Nada melhor, para um partido com essa vocação, do que o cenário político atual,demarcado entre lulistas (ou adesistas e mensaleiros) e oposicionistas (ou golpistas e cansados), sem meio-termo, certo?
Errado. Se as coisas se simplificaram no campo dos signos, no que diz respeito à atuação palaciana elas ficaram bem mais complexas. Queiram ou não os petistas, Lula abraçou a coalizão. O partido, cuja direção se confundiu com o núcleo-duro do governo no primeiro mandato, hoje é só um dos dois pilares da base -o outro é o PMDB. Ainda que heterogênea, a aliança está longe de registrar fissuras. Enquanto o presidente for popular, dificilmente alguém pula do barco. As eleições municipais de 2008 tendem a causar no máximo arranhões”.
Melchíades Filho, jornalista
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Informação (II)
ABIN: substituição pelo jornal…
“Em discurso de despedidas, o diretor-geral da ABIN, Márcio Buzzaneli, disse aos servidores do órgão que soube “pelo jornal” que seria substituído pelo diretor-geral da PF, Paulo Lacerda. Vai passar o bastão na semana em que se comemora, no dia 6, o Dia do Profissional de Inteligência. Ele relatou uma reunião que teve com o presidente Lula, na quarta, quando cobrou o compromisso de aprovar no Congresso a lei que criará um quadro de carreira para a Abin”.
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