Arquivo do mês: setembro 2007
Suplicy e Mercadante se recusam a revelar voto sobre a cassação
8 dos 12 senadores do PT se negam a anunciar sua opção, o que pode transformar o partido no “fiel da balança” hoje.
No total, 29 parlamentares ouvidos pela Folha se escudam no sigilo da votação e não dizem o que vão fazer no plenário.
Fonte: Folha
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Dia da traição
O Senado decidirá hoje, em sessão secreta, quem será mais traído: Renan Calheiros, que ouviu juras de amor de 54 colegas, ou a opinião pública.
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O fiel da balança
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Mensalão: Lula de testemunha
A defesa do ex-deputado Roberto Jefferson espera publicação do acórdão do Supremo Tribunal Federal sobre o mensalão para arrolar o presidente Lula como testemunha no processo.
O advogado Luiz Francisco Barbosa espera que Lula seja ouvido até o final do ano. O presidente, que “nada sabia”, tem a prerrogativa de local, data e hora. Jefferson afirma que relatou o esquema ao presidente, no início do ano passado. E que “Lula chorou”.
Fonte: claudiohumberto.com.br
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Sessão mais do que secreta, vergonhosa, isso sim.
Em sessão secreta, o plenário do Senado decide nesta quarta-feira o futuro político do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Sem laptops e celulares, os senadores vão votar o projeto de resolução que pede a cassação de Renan por quebra de decoro parlamentar.
Apesar de não haver a orientação explícita, a maioria dos petistas e peemedebistas devem votar pela absolvição de Renan –aliado fiel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Mesmo dentro do PT e do PMDB há senadores que manifestaram que vão votar pela cassação de Renan. No PMDB, partido de Renan, deve haver de três a sete traições –votos pela cassação. O senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), disse que vai votar pela cassação de Renan por considerar que a Casa não pode mais sofrer os impactos negativos que atingem o seu comandante. “Não há outra solução para a crise no Senado. Se tivesse um entendimento antes, talvez estaríamos em outra situação. É a credibilidade do Senado que está em jogo.”
Fonte: Uol
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COMENTÁRIO III
“RENAN TEM QUE SER POSTO PARA FORA”, afirma Caetano Veloso quando disse que “é um dever” os senadores cassarem hoje o mandato do presidente da Casa. “O Renan tem que ser posto para fora. Penso aquilo que o Gabeira disse: ou morre o Renan ou morre o Senado”, citando texto do deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) publicado na Folha, no último dia 8. As declarações de Caetano foram feitas no Rio, onde lançou um CD.
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Entrevista com Caetano Veloso

Em entrevista exclusiva, Caetano Veloso abre o coração ao falar da passagem do tempo e de como o Brasil às vezes pensa pequeno.
Fonte: Globo News
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JABOR COMENTA OUÇA AQUI
Amigos, este comentário não é para todos: é só para os senadores. Vossas Excelências devem tomar cuidado.
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FRASE DA VEZ_2/12
“Quero é arrumar alguém para ocupar meu cargo de líder do governo, que dá muito trabalho”
ROMERO JUCÁ (PMDB-RR) senador, ao comentar a possibilidade de suceder Renan na presidência da Casa.
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A quebradeira do decoro
Abrimos aspas para Melchíades Filho:
“As perícias da polícia não foram conclusivas. Não surgiram provas de negócios escusos com o lobista da construtora. Quanto ao favorecimento a uma cervejaria, as apurações implicam mais o irmão deputado. O uso de laranjas na compra e venda de rádios e jornal? Ainda que os indícios pareçam robustos, as investigações pouco avançaram, em virtude da prioridade dada à denúncia original. Tudo o que há sobre a quarta suspeita, de propina em ministérios, é um depoimento do ano passado. Formalistas e interesseiros já têm esse discurso engatilhado para tentar virar o jogo, protegidos pelo voto secreto e pelo debate fechado no plenário.
O ônus é de quem acusa, eles afirmam, alheios ao parecer devastador do Conselho de Ética, que aponta oito irregularidades. Falta à tropa de choque, porém, elaborar uma justificativa para os pecados que Renan Calheiros cometeu uma vez na berlinda. Não se trata aqui dos erros táticos do senador (forneceu os documentos que, desconstruídos e desmoralizados, voltaram-se contra ele). Mas da constatação do uso acintoso e desmedido que fez da presidência da Casa para se defender. Antes reconhecido e mesmo elogiado como um político apaziguador, Renan vergou o Congresso.
Arbitrou ele mesmo os apartes e contestações às explicações que produzia à medida que os processos se avolumavam. Escalou e tutelou o Conselho de Ética enquanto pôde. Pôs a secretária para revisar registros taquigráficos de depoimentos. Patrocinou a idéia de uma CPI para intimidar a imprensa. Ameaçou colegas com o discurso eu-sei-o-que-você-fez-no-verão-passado. Ocultou os empréstimos que, reconheceria mais tarde, bancaram as mesadas de Mônica Veloso. Chamou de “gestante” a mãe da filha -e esta, de “criança”. Por três longuíssimos meses, quebrou não só o seu decoro mas o de todos os senadores, a quem hoje cabe decidir se ele vale o troco.”
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