Arquivo do mês: setembro 2007

Comentário (II)

Violência contra deputados. Luciana Genro é ferida

Um grupo de deputados –da chamada terceira via– trocou socos e pontapés com seguranças do Senado depois de serem barrados na entrada do plenário. “Isso não vai ficar assim. Nunca na história isso aconteceu”, disse Jungmann.

De acordo com o parlamentar, a deputada Luciana Genro (PSOL-RS) está com a perna ferida e sangrando. Ele não soube dizer se ela levou um pontapé ou choques na perna durante a confusão com os seguranças.

Em meio ao empurra-empurra, caiu um equipamento utilizado pelos seguranças, denominado taiser –que emite descargas elétricas para imobilização– semelhante a uma arma.
Segundo os seguranças, o taiser é utilizado pelos homens que fazem a segurança interna do Senado. Os outros utilizam armas de fogo. No total, são 150 seguranças que guardam o Senado.

(Pelos jornais)

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Protesto contra o arbítrio

No plenário, Cristévam Buarque registra protesto contra o arbítrio: “Voiu iusar o celular. Censurar a História é um crime”. O senador pedetista diz que só desliga o aparelho se os seguranças do Senado o obrigarem. Afirma ainda que o impedimento de deputados entrarem no plenário foi “mais um equívoco” desse caso. E diz que pedirá a gravação da sessão, ainda que as imagens não sejam divulgadas agora.

Portal Terra

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Previsão do PDT: cassação

O líder do PDT no Senado, Jéferson Peres (AM) afirmou que os quatro senadores da bancada votarão a favor da cassação de Renan Calheiros (PMDB-AL). Para Peres, o presidente do Senado quebrou o decoro e foi imoral ao usar o cargo para tentar dar os rumos dos processos que respondem no Conselho de Ética. “O comportamento que ele teve na presidência, interferindo nas questões, é imoral, é falta de decoro. Se isso não é quebra de decoro, eu não sei mais o que é”, disse o senador pedetista, que não hesita inclusive ao prever o futuro do colega: “Vai ser cassado”. “É uma leitura realista e pragmática dos acontecimentos”.

G1-Portal de Notícias

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Deputados assistem sessão secreta

Os 13 deputados que conquistaram no STF o direito de assistir a sessão secretra que julga Renan são: Raul Jungmann (PPS/PE); Fernando Gabeira (PV/RJ); Chico Alencar (PSOL/RJ); Carlos Sampaio (PSDB/SP); Luiza Erundina (PSB/SP); Raul Henry (PMDB/PE); Paulo Renato Souza (PSDB/SP); Luciana Genro (PSOL/RS); José Carlos Aleluia (DEM/BA); Alexandre Silveira (PPS/MG); Fernando Coruja (PPS/SC); Gustavo Fruet (PSDB/PR); José Aníbal (PSDB/SP). O peemedebista Gerson Camata (ES) disse que a decisão do ministro Ricardo Lewandowski foi salutar e defendeu a abertura completa da sessão que votará a cassação do mandato e os direitos políticos de Renan Calheiros.

G1 – Portal de Notícias

ÚLTIMAS

Tião Viana fecha a sessão

O primeiro vice presidente do Senado Tião Viana acaba de transformar a sessão que vai decidir o futuro do presidente da Casa, Renan Calheiros, em sessão secreta.Ele está pedindo para que todos os que não forem senadores ou deputados autorizados a permanecerem na sessão pelo STF saiam do plenário.

G1-Portal de Notícias

Sabor de derrota

A pressão para tirar o senador Renan Calheiros, mesmo absolvido, da presidência do Senado, traz de volta o velho caso de vitória com sabor de derrota, agora com o tempero da vingança, da ambição e ainda a ameaça de novos processos para perpetuação do calvário.

Fonte: claudiohumberto.com.br

Hit de “Festa de arromba”

Virou hit no YouTube a paródia do criador do site charges com.br com o sucesso de Erasmo e Roberto Carlos. Maurício Ricardo e banda mostraram no programa Jô Soares uma versão hilariante de “Festa de arromba”, inesquecível sucesso da Jovem Guarda. Os bons tempos voltaram…para os mensaleiros.

Renan diz: renunciar não faz parte da minha personalidade

Na véspera de seu julgamento, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tentou demonstrar tranqüilidade e assegurou, em rápida conversa com jornalistas, que renunciar ao cargo ou licenciar-se dele não está em seus planos.

Ao chegar ao Congresso, pouco antes do meio-dia, ele repetiu o comportamento dos últimos dias e descartou a hipótese de deixar o posto.“Qualquer coisa que diga respeito a licença ou renúncia não faz parte da minha personalidade”, afirmou ele, ressaltando que vem há mais de cem dias lutando para provar a inocência “com sofrimento e com a exposição da família”. Segundo ele, abrir mão do cargo seria “um desrespeito ao Brasil e ao Senado”. “Por isso, não tem sentido, absolutamente nenhum sentido que agora se faça isso (renúncia ou licença).”

Caso renuncie ou peça licença da presidência, o primeiro vice-presidente, Tião Viana (PT-AC), terá cinco sessões para convocar nova eleição. Depois de chegar ao Senado, Renan trancou-se em seu gabinete e só saiu de lá para presidir a sessão em homenagem ao Círio de Nazaré, no início da tarde. O evento serviu para mais uma ofensiva em busca de apoio contra a cassação no julgamento de hoje.

Fonte: O Estadão

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O que estará sendo julgado

Editorial do Estadão

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Luciana Genro comenta Caso Renan

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