Sete dias de noticiário

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O poder de olho na mídia – A perseguição do casal Kirchner ao maior grupo de comunicação da Argentina é um símbolo da crescente pressão sobre a imprensa nas Américas.

Uma CPI para barrar o MST – Ação criminosa dos sem-terra em São Paulo que revoltou o país renova força da oposição para criar comissão a fim de investigar movimento.  O dirigente do MST, João Pedro Stédile diz que Lula perdeu a oportunidade de fazer a reforma agrária.

A conspiração contra a Vale – Por defender o interesse de seus acionistas, mineradora desperta ira do governo e corre o risco de sofrer ingerência indevida do Estado.

Mais um desvio em fundação da UnB = TCU cobra a devolução de R$ 4 milhões pagos à Fundação Universitária de Brasília para programas não concluídos na área de saúde, informa a repórter Samanta Sallum, do Correio Braziliense.

USP ganha estudantes, mas perde professores = Em 20 anos, a USP cresceu em número de alunos e cursos, mas o corpo de professores e funcionários encolheu. O resultado são salas de aula mais cheias e estrutura sobrecarregada.

Água, emprego e voto – A transposição do Rio São Francisco ainda não produziu uma gota, mas criou 8.400 postos de trabalho na véspera da campanha de 2010.

Em site, grileiros negociam terras na Amazônia = Terras públicas ocupadas ilegalmente na Amazônia são negociadas pela internet, informa Marta Salomon. É o caso de fazendas anunciadas no site MF Rural em Lábrea (AM), município recordista em volume de terras griladas.

Governo já prevê recuo de 64 bi na arrecadação = A queda na arrecadação de impostos do governo federal, causada principalmente pela crise global, levou a equipe econômica a rever suas contas e estimar perdas de R$ 64 bilhões na receita este ano.

São Paulo tem menos favelas e mais favelados = O número de favelas sofreu uma queda na capital paulista: eram 1.641 em 2008 e hoje são 1.636. Mas a população favelada – de 1,3 milhão de pessoas – cresce 3,7% ao ano.

O Planalto contra o TCU – Irritado com paralisações de obras do PAC, o governo se organiza para restringir o poder do Tribunal de Contas da União.

Um ministro boi de piranha – O vaivém da restituição de IR é o mais recente exemplo da tática de Mantega: soltar balões de ensaio para ver se a ideia pega. Se colar, colou.

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