Comentário (II)
Ninguém sabe
A simples possibilidade de ter Marina Silva na disputa já perturbou articulações para a montagem de palanques estaduais, tornou obsoletas as estratégias urdidas tanto no Planalto quanto nas oposições.
Ciro Gomes já não quer mais concorrer em São Paulo para manter o caráter plebiscitário da eleição presidencial. Já pensa em concorrer à presidência. Dilma Rousseff faz declarações públicas de apreço a Marina Silva – apreço, diga-se de passagem, que Dilma desprezou quando derrotava seguidas vezes Marina Silva no governo.
Em suma, o Planalto acusou o golpe. Os próximos passos serão emocionantes. Uma coisa é certa. O fator Marina Silva injetou oxigênio numa campanha que se anunciava chatíssima e está trazendo de volta o entusiasmo dos jovens pela política. A coisa promete.
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