Um começo pra lá de alentador

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Uma surpresa agradabilíssima.

Neymar, Pato e Ganso

Não cabem, fique claro desde já, comparações apressadas e nem pisotear sobre o passado recente, até porque com Dunga houve belas apresentações brasileiras contra times mais poderosos.

Mas depois de um começo nervoso, o time de Mano Menezes tomou conta do jogo e fez três gols — na verdade dois gols e um touchdown, de Pato, que o árbitro, como era futebol não futebol americano, embora num estádio de futebol americano, resolveu anular.

Antes, Neymar tinha feito 1 a 0, em belo cruzamento de André Santos e, depois, o próprio Pato, ao receber de Ramires, fez o segundo gol.

Com toques rápidos, com a exploração das laterais do campo, os brasileiros foram bem, muito bem, além do que se podia esperar e com a confirmação de que gente como Lucas, como Ganso!, como Pato, como Neymar,  como Hernanes, além de a bela novidade David Luiz.

Tirante a atuação de Daniel Alves, com alguns altos e muitos baixos, todos os demais merecem notas altas, até o azarado do Ederson que não ficou nem um minuto em campo, pois se machucou.

Só que como aqui, em amistosos com tantas substituições, não se dão notas, vida que segue.

Mas a vitória indiscutível contra uma seleção entrosada, e respeitável como passou a ser a dos Estados Unidos, e na casa dela, deve ser aplaudida.

Ainda mais que 2 a 0 foi pouco para o baile dado em Nova Jersey.

No mínimo 4 a 1 teria sido mais de acordo com a superioridade nacional, porque tanto Robinho quanto Ganso mandaram bolas nas traves americanas, no segundo tempo, e Victor teve que fazer algumas boas defesas durante os 90 minutos da feliz estreia de tanta gente que joga futebol à brasileira.

E diga-se, também, que o placar era o que menos importava neste jogo, até mesmo se viesse uma derrota, o que seria absolutamente normal.

Mas tudo saiu quase à perfeição.

Fonte: Juca Kfouri

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