Edith Piaf – Milord

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Pouco depois de chegar da Riviera Francesa em busca da cura para um câncer, Edith Piaf, uma das mais célebres cantoras francesas, morreu aos 47 anos de idade, em Paris. “Quero continuar cantando”, teriam sido as últimas palavras de Piaf, que morreu em silêncio, na manhã do dia 11 de outubro.

A cantora, que tantas vezes lutara contra a morte e a vencera, desta vez foi vencida, e com ela desapareceu a grande senhora da canção francesa. Pequena e delgada, sempre vestida de negro, com um sorriso triste, Piaf era uma dasmulheres mais famosas do mundo na década de 60. Passou a vida em procura do grande amor, um amor que muitas vezes lhe escorregava pelas mãos. Em todas as suas músicas, a vontade de amar e ser amada explodiam em sua voz grave.

Piaf nasceu Edith Giovanna Gassion, em 1915. Filha de uma cantora de café e um acrobata de circo, foi criada pela avó. Aos oito anos ficou cega, só recuperando a visão aos 13. Dois anos depois, lançou-se na vida e começou a cantar em feiras e na rua, iniciando uma jornada solitária e aventureira no submundo de Paris até ser descoberta por Louis Leplé, dono de um cabaré, que a batizou de “La Momme Piaf”, que significa pequeno pardal.

Na década de 40, começou a fazer shows pela França, ficou célebre ao fim da Segunda Guerra: Piaf cantava para veteranos de guerra e se tornou musa dos poetas e intelectuais da época. Em 1946, apresentou-se em Nova Iorque e tornou-se uma estrela internacional. Ao mesmo tempo em que desfilava nos tapetes vermelhos dos mais célebres teatros do globo, Piaf iniciava uma luta contra um câncer. Suas músicas traduziam sua vida sofrida, de perdas e dor. Entre as mais conhecidas estão “La Vie En Rose”, “L’accordéoniste”, “Padam… Padam…”, “Milord”.

Fonte: JBlog/Hoje na História

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