“O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, disse ontem que pretende antecipar o processo de pagamento do seguro às famílias das vítimas do maior acidente aéreo do País. Sem revelar o valor da apólice, se disse consternado com o drama dos familiares, procurou ser diplomático e evitou criticar os órgãos aeronáuticos que cuidam do aeroporto de Congonhas. Até o fechamento desta edição, o número oficial de mortos era de 189. Segundo fontes do mercado de seguros, a TAM dispõe de US$ 1,5 bilhão para indenizar danos materiais, corporais e morais. E tem um contrato que cobre danos da aeronave, estimados em US$ 50 milhões. Mais de 95% do risco foi repassado ao mercado internacional, prática comum em valores expressivos”. (MS/G)
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