O ministério Público estadual abriu inquérito para investigar 363 mortes por infecção hospitalar, de um total de 854 pacientes que passaram mais de 24 horas na emergência do Hospital municipal Salgado Filho em 2010. No CTI da unidade, no Méier, 30% dos 289 doentes também morreram pelos mesmos motivos, quando a taxa de mortalidade admissível nestes casos é de até 5%.
O inquérito, segundo revela Vera Araújo, apura se as mortes foram causadas pelo uso de respiradores inadequados e pela contaminação do ar comprimido levado aos aparelhos. O procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes Soares, classificou o fato como muito grave. Já a Secretaria municipal de Saúde diz que não constatou qualquer anormalidade nas mortes. (O Globo)
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