Em ano de eleições, o Banco Central vai apertar o cerco a “movimentações financeiras atípicas” de marqueteiros e publicitários, informa o repórter Fausto Macedo. A Autoridade monetária decidiu ampliar de 43 para106 arelação de operações e situações que podem configurar indícios de crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens ilícitos. A norma mira o marketing eleitoral, serviço mais usado para caixa 2 de campanhas. Em episódio emblemático da história recente, o publicitário Marcos Valério, operador do mensalão, será julgado no Supremo Tribunal Federal sob acusação de ter usado agências de publicidade para captar valores não declarados para o PT e para financiar partidos da base aliada do governo Lula. Outro acusado é Duda Mendonça, responsável pela campanha de Lula. (Estadão)
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