Interrompidas desde dezembro por efeito de liminar do Supremo, as investigações sobre a evolução patrimonial de magistrados e servidores do Judiciário poderão ser retomadas em parte pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ontem, o ministro relator no STF, Luiz Fux, liberou a apuração com base em Declarações de Imposto de Renda apresentadas aos tribunais e também sobre as folhas de pagamento, mas sem o uso de informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentação financeira acima da média. (O Globo)
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