Enquanto a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) não chega, a Rocinha ganhará status de Área de Estágio Prático-Operacional, servindo de treinamento para todos os recrutas da PM, egressos do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças. Na próxima sexta-feira, a comunidade – a primeira em processo de pacificação a enfrentar disputas entre traficantes por pontos de vendas de drogas, com sete assassinatos só neste trimestre – terão o efetivo de PMs dobrado, de 350 para 700, todos recém-formados. A estratégia de concentrar na Rocinha os novos policiais, segundo o comando da PM, visa a agilizar o combate ao crime na favela, a maior da Zona Sul do Rio. Segundo especialistas ouvidos pelo GLOBO, por trás das resistências do tráfico está a disputa pelos mais lucrativos pontos de venda de drogas do estado, com faturamento estimado em R$ 1 milhão por mês, no vazio deixado pela prisão de Nem às vésperas da ocupação. (O Globo)
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