Investigação feita pela PF indica que Demóstenes Torres (DEM-GO) usou o cargo de senador para atender a interesses do empresário Carlinhos Cachoeira preso sob a acusação de explorar jogos ilegais no Congresso e no governo federal.
O congressista defendeu pessoalmente na Anvisa as demandas de um laboratório que a polícia diz ser de Cachoeira e acertou com ele ajuda em um projeto de legalização de jogos de azar e em um processo judicial, como revelam escutas da PF.
Em outro grampo, o empresário pediu a Demóstenes para barrar o depoimento de um amigo empreiteiro. No Senado, a cassação do parlamentar, ameaçado de expulsão pelo DEM, é dada como certa caso seja investigado pelo Conselho de Ética. (Folha de SP)
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