O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu ontem à noite inquérito para investigar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O pedido havia sido feito horas antes pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. O objetivo é apurar suspeitas de enriquecimento ilícito, uso de documento falso, prevaricação e crimes financeiros atribuídos a Renan.
O procurador quer saber se o senador usou notas fiscais frias para justificar a origem dos recursos para pagamento de pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha fora do casamento. Souza disse que baseou o pedido de investigação nos autos do processo de quebra de decoro que Renan responde no Conselho de Ética, sob a acusação de ter as despesas pessoais com a filha pagas pelo lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior.
Editorial da Tribuna da Imprensa aqui
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