O PIB (Produto Interno Bruto), soma dos bens e serviços gerados pela economia, cresceu 0,8% no segundo trimestre, revelando desaceleração diante do 1,2% do trimestre anterior. Já o consumo das famílias impulsionado por mais emprego e renda, cresceu 1%.
Segundo os números divulgados pelo IBGE, a perda de ritmo foi mais concentrada na indústria, que sob os efeitos do real forte e das importações registrou expansão de apenas 0,2%.
O setor de serviços, termômetro do consumo doméstico, teve um crescimento de 0,8%, puxado por comunicação e informática.
A boa notícia foi o aumento de investimentos, de 1,7%, sinalizando aumento de produção. Analistas esperam que o ano feche com alta de 3,5%. (Folha de SP)
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