“Renan Calheiros não vai querer votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias de jeito nenhum, o que deveria ser feito com uma sessão conjunta do Congresso, unindo Câmara e Senado. Isso impede o recesso, cujo período vai de 18 a 31 de julho. Recesso oficial, bem entendido. Fica valendo o recesso branco. Enquanto isso, com parte do país em férias, os parlamentares em suas bases, o Conselho de Ética vai “trabalhando”. A esperança remota é que se abra uma brecha para um relatório pedindo absolvição. Mas o próprio Renan aposta pouco nisso. As fichas estão todas jogadas no esfriamento do caso e na absolvição pelo plenário, com uma opinião pública que estaria, então, menos atenta”
Reinaldo Azevedo, jornalista e blogueiro
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