O ano terminou com notícias inquietantes sobre a crise financeira mundial e seus reflexos no Brasil – redução das taxas previstas para crescimento econômico em 2009, aumento da dívida pública federal para R$ 1,37 trilhão, menor aumento de renda para as famílias de classe média, desemprego alto. E indagações sem fim sobre a extensão e duração da crise – a que, na verdade, ninguém pode responder com certeza, tal o volume de dinheiro e títulos envolvido e a incapacidade de dizer em que momento terão terminado a “desalavancagem” de ativos “podres” e seus reflexos em cadeia.
Washington Novaes, jornalista
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