É verdade que, de 39 a 45, Lisboa era um centro de espionagem internacional. Portugal, de Salazar, era neutro no conflito que se desenrolava, e manteve sua neutralidade muito mais que a do ditador Franco na Espanha. Mas este é um episódio da história recente, já na memória do passado. O que o futuro diante do belo Tejo reservará para as descobertas de Paulo Lacerda? Eis aí uma pergunta interessante.
PEDRO DO COUTTO, jornalista
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