Impactada por medidas do governo de estímulo ao consumo, a indústria acentuou a sua retomada em agosto e cresceu 1,5% na comparação com o mês anterior, segundo o IBGE. É o terceiro resultado positivo seguido e o maior crescimento desde maio de 2011.
Dos 27 setores analisados, 20 tiveram taxas positivas. A produção de bens duráveis (carros, eletrodomésticos e móveis) aumentou 2,6%.
A indústria deverá manter até o fim do ano a tendência de aquecimento iniciada em junho, na avaliação de analistas. A reação, porém, não será suficiente para zerar as perdas em 2012. A estimativa é de queda em torno de 2% — até agosto, a retração acumulada era de 3,4%.
O ministro Guido Mantega (Fazenda) comemorou o resultado. “Deixamos para trás o período de crescimento fraco”, disse ele. (Folha de SP)
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