“As 90 mil pessoas que lotavam o Maracanã não fazem parte da clientela de Lula. Muita gente diz, e eu concordo que ele é o presidente dos dois extremos da sociedade: os grandes negociantes não têm por que reclamar. E os “negociados” do “bolsismo” também não. Para citar um trocadilho famoso, tanto os “cavalcantes” como os “cavalgados” vêem motivos de sobra para aprovar o seu governo. Havia, certamente, muita gente pobre do Maracanã. Mas estar lá, naquele evento, já era sinal de um consumo de informação superior ao daquela massa que Lula cevou com a sua máquina de caridade”.
Reinaldo Azevedo, jornalista e blogueiro
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