Notícias de última hora enviadas de Brasília pela repórter Maria Clara Cabral à redação da Terra Notícias, dão conta que o senador Romeu Tuma, corregedor do Senado Federal, analisa os desdobramentos da Operação Aquarela da Polícia Civil do Distrito Federal, que apresentou fitas gravadas com autorização judicial em que o senador renunciante Joaquim Roriz conversa com o ex-presidente do Banco de Brasília, Tarcísio Franklin, combinando a partilha de R$ 2,2 milhões. Gim Argélio, primeiro suplente de Roriz, aparece também nas gravações da Polícia.
Tuma tem opinião de que a renúncia de Roriz não interrompe as investigações, e quer concluí-as para disponibilizá-las aos historiadores no arquivo do Conselho de Ética. Amanhã o Senador paulista vai encontrar-se com o juiz Roberval Casemiro Belinati, da 1ª Vara Criminal do Distrito Federal – responsável pelas investigações da Operação Aquarela – para ter acesso ao restante dos documentos levantados pela Polícia Civil nas investigações. “Vou requerer toda a documentação das investigações do caso Roriz. É possível que consiga o restante da análise para encaminhar ao Conselho de Ética”, explicou.
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