Para ganhar um contrato de R$ 75 milhões, o dono da Encomendas e Transportes Pontual, Osvaldo de Oliveira, tentou subornar uma funcionária do Ministério da Saúde, oferecendo 10% do valor. A servidora, exemplar, denunciou o crime, e a polícia conseguiu comprová-lo com escutas telefônicas. A Justiça foi ágil e condenou Oliveira. Tudo como deveria sempre ser. Mas a pena foi leve: dois anos de prisão, prontamente convertidos em pagamento de multa de R$ 1,6 mil e cesta básica mensal, por um ano, de R$500 auma instituição.
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