Acórdão de setembro, que está sendo questionado com pedido de esclarecimentos, fixou prazos e regras para o mapeamento e a retirada de centenas de famílias que invadiram o parque federal
Num novo round da briga pela desocupação das cerca de 600 casas que ocupam área federal do Jardim Botânico, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou no Tribunal de Contas da União (TCU) com recurso pedindo a suspensão do acórdão de setembro, que fixou prazos e regras para a retirada dos invasores. No chamado embargo de declaração, a AGU acaba, na prática retardando a aplicação de uma decisão que favorecia a própria União. Um dos principais questionamentos da AGU é em relação aos prazos para a solução do problema. (O Globo)
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