Faltando 48 horas para o Congresso americano aumentar o teto da dívida pública do país e, assim, evitar um calote que parecia iminente, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou ontem à noite que parlamentares democratas e republicanos chegaram a um acordo sobre o tema. A reação dos mercados financeiros foi imediata: em Tóquio, a Bolsa abriu em alta de 1,3%, e o dólar se valorizou frente ao iene. As discussões se arrastavam há semanas. O acordo, porém, ainda precisa ser votado na Câmara e no Senado, o que deve ocorrer hoje. Obama não detalhou o que foi acordado, mas, segundo parlamentares, o texto a ser votado prevê que o teto da dívida, hoje em US$ 14,3 trilhões, seria elevado em US$ 2,4 trilhões a US$ 2,8 trilhões. Em contrapartida, haverá um corte no Orçamento de US$ 1 trilhão. (O Globo)
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