O ônus e o bônus
A distância formal que o Palácio do Planalto mantém do embate pela aprovação do substituto da CPMF deixa as coisas assim combinadas entre governo e governistas: se a volta do imposto do cheque perder, a base no Congresso assume o ônus; se ganhar, o presidente Lula fica com o bônus.
Há duas hipóteses para explicar que deputados e senadores aceitem esse tipo de acordo. Ou é fisiologismo agudo ou subserviência crônica.
Ambas as possibilidades deixam o Legislativo em estado terminal, ou para recorrer ao diagnóstico do presidente do Senado, Garibaldi Alves, põem o Congresso “na UTI”.
Dora Kramer, dora.kramer@grupoestado.com.br
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