“A ditadura de 1964 fez o “milagre econômico”, mas desfez o ideário da liberdade. Sarney reinaugurou tempos de liberdade. Collor acenou com a modernidade, mas caiu de podre. Itamar/FHC fincaram as bases da moeda forte, mas a política patinou na mesmice. E aí aparece o redentor da Nação, Luiz Inácio, vindo lá de baixo, promessa das promessas, esteio de esperanças renovadas. E o que acontece? Festejamos a fartura do petróleo, da soja e do agronegócio e estamos inaugurando a era do etanol”.
Gaudêncio Torquato, jornalista
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