“Nós, doentes, não queremos pena, queremos ferramentas que possam fazer-nos homens, que podem lutar. Homens com esperança. Não me digam que não posso sonhar. Me matem, mas nunca me digam que não posso sonhar. Arranquem minha cabeça, mas não me digam que não posso reagir, porque é ainda melhor morrer lutando, que se entregar.
Termino com uma frase que cito: ”O jogo só termina quando acaba. O meu ainda está no primeiro tempo e perco por 1 x 0”.
Edgar Ferreira, 42 anos, brasileiro, residente em Limoeiro do Norte-CE, casado, pai de 3 filhos menores, portador da Doença de Parkinson há 5 anos.
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