“O ex-senador Joaquim Roriz enredou-se numa teia que ele próprio costurou e terminou caindo numa cilada fatal que lhe custou o mandato, cuja duração se estenderia a janeiro de 2015. Perdeu assim sete anos de palco político (e administrativo) pelo fato de não haver percebido a atmosfera que se formava em seu redor. A conversa gravada pela Polícia Federal com o ex-presidente do Banco Regional de Brasília, Franklin Moura, envolvendo um cheque de 2 milhões e 200 mil reais emitido pela empresário Nenê Constantino, já seria o bastante para inabilitá-lo”.
Pedro do Couto, articulista da Tribuna de Imprensa
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