“Segundo o senador Romeu Tuma, há uma dúvida crucial: se o processo contra Renan já começou realmente ou não. Em caso afirmativo, ele não pode renunciar mais, vai ter de agüentar o processo no exercício do mandato e ficar sujeito a perda de direitos políticos. Em caso negativo, ainda pode renunciar para voltar nas eleições seguintes. Essa hipótese é remota, como insistem Renan e seus assessores, que contam com a paz no recesso. Mas não pode ser descartada. ACM, Jader Barbalho, José Roberto Arruda e parte dos “mensaleiros” também juravam que não renunciariam – até a hora de renunciar. A situação de Renan está difícil, insustentável, e extrapolou os limites de suas fazendas e de seus bois para os de sua família”.
Eliane Catanhede, jornalista (elianec@uol.com.br)
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