“Arrecadar aqui é um bom negócio para o estado: cobra-se imposto de primeiro mundo e devolve-se com serviço de terceiro. Nossa sociedade, entre complacente e cúmplice, entrega ao Tesouro uma absurda carga tributária e contenta-se em participar de um imenso programa assistencialista que começa com juros subsidiados, passa por isenções tributárias e créditos a fundo perdido e termina com bolsas assistenciais, entre outras benesses.
Se o geral não é bom, a sociedade se defende arrumando algumas “boquinhas” e driblando a sanha arrecadadora do estado. No entanto, alguma coisa começa a mudar.”
O trecho acima faz parte do artigo semanal do cientista político Murillo de Aragão.
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Fonte: Noblat
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