OPINIÃO
Ao ler o editorial do Estadão sobre as fusões empresariais de universidades e faculdades privadas, fiz uma pergunta a mim mesmo: Será que o PT-governo está mesmo interessado pelo assunto? Vejamos o que diz o tradicional jornal paulista:
“Sob a alegação de que “escola não é padaria” e “educação não é mercadoria”, o Ministério da Educação (MEC) pretende intervir, de modo indireto, nos processos de incorporações de universidades particulares, de lançamento de ações em bolsa por conglomerados educacionais e de participação de capitais internacionais em entidades brasileiras de ensino superior. A estimativa é de que o mercado educacional movimente anualmente cerca de R$ 40 bilhões”.
(Notas e Informações_ESP)
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