IRONIA
O ex-ministro da Fazenda e Planejamento, Delfim Netto, acha que “caiu a ficha” no governo federal e que, por isso, o Brasil terá condições de crescer 6% a 7% nos próximos anos – algo mais que 5% já em 2008. A “ficha” veio na forma do leilão para concessão de rodovias federais, quando o governo entendeu que era possível “transferir para o setor privado algumas tarefas e, ao mesmo tempo, proteger o consumidor”. Essa mentalidade se irradiará para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cujas obras não sairiam do papel se ficassem apenas sob a égide do Estado.
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